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"Não gosto de injustiças", diz Michel Platini à saída do Tribunal Arbitral do Desporto

O francês Michel Platini garantiu hoje que não gosta de injustiças, à saída do Tribunal Arbitral do Desporto, onde foi recorrer da suspensão que lhe foi imposta pela FIFA por alegado envolvimento em atos de corrupção.

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© Denis Balibouse / Reuters

"Vocês sabem que não gosto de injustiças. Espero que me tenham ouvido bem. Os meus advogados estiveram muito bem. Será que vou estar sábado no sorteio da fase final do Euro2016? Perguntem aos juízes [do TAS]", afirmou o francês à saída das instalações do TAS, nas quais permaneceu durante duas horas e meia.

A 08 de outubro, Michel Platini foi suspenso por 90 dias pelo Comité de Ética da FIFA que o investiga pelo recebimento de 1,8 milhões de euros em 2011 de Joseph Blatter para pagar um trabalho de aconselhamento realizado em 2002.

Platini recorreu da suspensão, que o afastou da presidência da UEFA e mantem suspenso o processo de candidatura às eleições para a presidência da FIFA, marcadas para 26 de janeiro.

O TAS, que hoje ouviu os advogados do ex-futebolista internacional francês e os da FIFA, deve decidir até sexta-feira sobre o levantamento ou a manutenção da suspensão provisória de Michel Platini.

Além de Michel Platini, o Comité de Ética suspendeu, também a 08 de outubro, por implicação no escândalo de corrupção que atinge a instituição, Joseph Blatter e o secretário-geral da FIFA, o francês Jérôme Valcke.

Lusa

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