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Penalização de 40 minutos atira Paulo Gonçalves para oitavo da geral no Dakar

Paulo Gonçalves desceu ao oitavo lugar da classificação de motas do Dakar2016, depois de a organização deste rali de todo-o-terreno o penalizar em 39.56 minutos, após a disputa da 10.ª etapa da prova.

Na terça-feira, Gonçalves, que compete em Honda, teve problemas com o motor e tudo indicava que o tinha reparado, sem ter de o trocar, o que acarreta uma penalização forte, mas assim não foi entendido pela organização, o que atira o português, quarto na etapa, de terceiro da geral para oitavo.

Na terça-feira, Gonçalves, que compete em Honda, teve problemas com o motor e tudo indicava que o tinha reparado, sem ter de o trocar, o que acarreta uma penalização forte, mas assim não foi entendido pela organização, o que atira o português, quarto na etapa, de terceiro da geral para oitavo.

FELIPE TRUEBA / Lusa

Na terça-feira, Gonçalves, que compete em Honda, teve problemas com o motor e tudo indicava que o tinha reparado, sem ter de o trocar, o que acarreta uma penalização forte, mas assim não foi entendido pela organização, o que atira o português, quarto na etapa, de terceiro da geral para oitavo.

Hoje, conseguiu ser quarto na etapa entre Belén e La Rioja, na Argentina, e na primeira informação divulgada mantinha o terceiro lugar da geral de motas, liderada pelo australiano Toby Price (KTM).

O vencedor da tirada foi o eslovaco Stefan Svitko (KTM), que cumpriu os 244 quilómetros da secção cronometrada em 3:47.23 horas, batendo o argentino Kevin Benavides (Honda) por 2.54 minutos e Price por 5.47, enquanto Paulo Gonçalves chegou a 6.01, num percurso encurtado em 33 quilómetros devido ao nível elevado da água em dois rios.

"Depois dos problemas que tive ontem, foi um dia bastante difícil, uma etapa cem por cento de pistas arenosas e dunas. Em termos de navegação não foi complicado, porque tinha as marcas dos outros carros e das motos, mas foi extremamente difícil, porque tinha na frente camiões e os rodados dos camiões faziam com que a areia ficasse muito macia e foi muito difícil andar", disse o piloto luso no final do dia, ainda antes de ser conhecida a penalização.

Sétimo na etapa de hoje, a 12.01, Hélder Rodrigues (Yamaha) é agora sexto na geral, a mais de uma hora, ao passo que Mário Patrão (KTM) foi o 19.º, a quase 48 minutos, e ocupa o 16.º posto, praticamente a três horas e meia.

Muito mais atrasado está Pedro Bianchi Prata (Honda), 62.º a já quase 14 horas de Price.

Nos automóveis, quando já não há portugueses em competição, o melhor é o francês Stéphane Peterhansel (Peugeot), com um avanço de uma hora exata sobre o catari Nasser Al-Attiyah, em Mini.

Lusa

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