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"É uma inevitabilidade o Braga ser campeão nacional"

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, considerou esta segunda-feira ser "uma inevitabilidade" o Sporting de Braga ser, mais tarde ou mais cedo, campeão nacional de futebol.

Pedro Proença, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. (Arquivo)

Pedro Proença, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. (Arquivo)

Fernando Veludo / Lusa

"É uma inevitabilidade [o Sporting de Braga ser campeão nacional], mais tarde ou mais cedo isso vai acontecer, seja o Braga, o Vitória de Guimarães ou outro clube de segunda linha, e isso será bom para o futebol português", afirmou à entrada do Theatro Circo, em Braga, onde decorreu a I Gala Legião de Ouro, na comemoração do 95.º aniversário do Sporting de Braga.

Da mesma opinião foi o presidente da câmara bracarense, Ricardo Rio, notando que para isso seja possível não poder haver "barreiras externas" e que possa "ser de forma sustentada e não um acidente de percurso".

O autarca disse ainda acreditar ser possível que o Sporting de Braga ganhe esta temporada "um título pelo menos".

Já o treinador da equipa, Paulo Fonseca, preferiu ser mais prudente.

"Somos muito realistas, é muito difícil chegar mais acima, até porque esta temporada há um grande equilíbrio e é uma luta a três. Estabilizámos no quarto lugar, o que nos dá algum conforto e vantagem em relação às outras equipas para o resto da época", disse.

O técnico, contudo, disse que ele e a equipa gostariam de dar uma alegria ao clube e aos bracarenses e ganhar a Taça de Portugal, troféu que, lembrou, esteve perto de vir para Braga na época passada.

Notou que o Sporting de Braga é a única equipa portuguesa que luta por todos os objetivos e frisou a vontade de fazer uma segunda volta melhor do que a primeira.

Na gala marcaram presença ainda várias personalidades do futebol português, entre eles o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, e esperava-se a chegada de Marcelo Rebelo de Sousa, recém-eleito Presidente da República e assumido adepto dos 'arsenalistas'.

Lusa