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Príncipe Ali bin Hussein pede suspensão das eleições da FIFA

O príncipe jordano Ali bin Hussein pediu ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) a suspensão das eleições para a presidência da FIFA, agendadas para sexta-feira, face a um diferendo sobre o sistema de voto, anunciaram hoje os seus advogados.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Phil Noble / Reuters

O candidato à presidência da FIFA, um dos cinco pretendentes ao cargo, pretende a utilização de cabines de voto transparentes no congresso de sexta-feira e fez uma pedido ao TAS nesse sentido, mas a comissão eleitoral da FIFA recusou uma audiência de emergência no tribunal sediado em Lausana, na Suíça.

"A FIFA opôs-se ao nosso pedido para acelerar o procedimento para que estas questões possam ser decididas antes de 26 de fevereiro. Assim, é natural que o príncipe Ali recorra para o TAS", referiram os advogados de Ali bin Hussein, em comunicado.

Em declarações à AFP, o advogado Renaud Semerdjian disse que "apenas cabines transparentes podem provar que cada votante está a seguir o seu coração e consciência e que não existem votos forçados, prevenindo que os votantes tirem fotos dos papéis para comprovar que seguiram instruções".

A FIFA respondeu que os telemóveis e câmaras estão proibidos nas cabines de voto, razão pela qual não se poderão tirar fotografias.

As queixas do candidato jordano juntam-se a outras de Jérôme Champagne, que pediu à FIFA o cancelamento da acreditação de observadores da UEFA e da Confederação Asiática (AFC), acusando-os de fazerem 'lobby' para o xeque Salman bin Ebrahim Al-Khalifa, presidente da AFC, e Gianni Infantino, secretário-geral da UEFA.

"É claro que isto revela o objetivo de inundar o congresso com empregados de confederações", queixou-se o xeque Salman junto da comissão eleitoral da FIFA, pedindo o cancelamento daquilo a que chamou privilégios, sob pena de adotar outras medidas.

Lusa

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