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Putin felicita Gianni Infantino destacando "experiência" e "potencial criativo"

O presidente russo, Vladimir Putin, felicitou hoje Gianni Infantino pela sua eleição para a presidência da FIFA, destacando a "experiência" e "potencial criativo" do sucessor de Joseph Blatter.

© Ruben Sprich / Reuters

"A sua ação frutuosa no seio de organizações desportivas internacionais e a sua contribuição pessoal importante no desenvolvimento do futebol conferiram-lhe uma elevada autoridade" no desporto, declarou Putin, em mensagem de felicitações enviada a Infantino.

"Estou convencido que a sua experiência pessoal e o seu grande potencial criativo e de organização o ajudarão nas tarefas que o esperam neste lugar de responsabilidade", sublinhou.

O chefe do Estado russo reiterou a vontade de Moscovo de "cooperar de forma construtiva com a FIFA", nomeadamente no que se refere aos preparativos para o Campeonato do Mundo de futebol na Rússia, em 2018.

A Rússia foi eleita, em 2010, para organizar o Mundial 2018, que vai ser disputado em 11 cidades da parte ocidental do país.

No entanto, a organização do Mundial2018 chegou a estar em risco na sequência do escândalo de corrupção que tem abalado a FIFA desde o fim de maio.

Após a detenção de sete dirigentes da FIFA a 27 de maio, por ordem da justiça norte-americana, a Rússia considerou estas detenções como uma tentativa de impedir que Sepp Blatter fosse reeleito como presidente da FIFA.

Em dezembro, Vladimir Putin chegou a afirmar que Joseph Blatter merecia ser distinguido com o prémio Nobel da Paz.

"[Blatter] É alguém que merece o prémio Nobel da Paz. O seu contributo para o apoio humanitário global é colossal. Fez um trabalho considerável para o futebol mundial", disse Putin, na sua habitual conferência de imprensa de final de ano.

O ítalo-suíço Gianni Infantino foi hoje eleito presidente da FIFA, organismo que tutela o futebol mundial, ao vencer as eleições à segunda volta, sucedendo ao suíço Joseph Blatter.

O secretário-geral da UEFA recebeu, na segunda volta, 115 votos, ficando à frente do xeque Salman bin Ebrahim al-Khalifa (88) e do príncipe jordano Ali bin al Hussein (quatro), enquanto o francês Jérôme Champagne não recolheu qualquer voto. Antes, já o sul-africano Tokyo Sexwale tinha desistido.

Infantino é o nono presidente da história da FIFA, sucedendo a Blatter, que, após 17 anos no cargo, deixou a liderança na sequência de um escândalo de corrupção, acabando mesmo por ser suspenso por seis anos.

Lusa

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