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Advogado de Maria Sharapova confiante que vai conseguir uma sanção reduzida

O advogado de Maria Sharapova mostrou-se hoje confiante de que vai conseguir atenuar o castigo da tenista russa, que deu positivo por meldonium num controlo realizado durante o Open da Austrália.

Michel Euler

"Não há qualquer evidência de que isto foi intencional por parte da Maria, o que imediatamente reduz o castigo para um máximo de dois anos. Acredito que há fatores atenuantes substanciais para pedir uma redução para uma pena inferior a dois anos", defendeu John J. Haggerty ao Daily Telegraph.

O advogado da vencedora de cinco torneios do 'Grand Slam' considerou que o diagnóstico e recomendação terapêutica do médico de Sharapova foram "consistentes e medicamente necessários".

A tenista, de 28 anos, revelou na segunda-feira que teve um controlo positivo por meldonium, uma substância inserida dentro das "Hormonas e moduladores metabólicos" e que passou a fazer parte da lista de substâncias proibidas desde 01 de janeiro, mas desculpou-se assumindo que não tinha visto a lista atualizada enviada pela Agência Mundial Antidopagem (AMA).

A russa alegou que tomava a substância desde 2006 para combater a predisposição genética para a diabetes, a falta de ferro, a deficiência imunológica e frequências cardíacas irregulares.

Uma das estratégias do advogado da russa passa agora por pedir um Certificado de Uso Terapêutico (TUE), que lhe permita usar a substância legalmente.

"O historial médico da Maria, que será apresentado à Federação Internacional de Ténis (ITF), comprovará que o tratamento era necessário e recomendado pelo médico. E a dose que a Maria tomava era substancialmente inferior à dosagem atribuída aos efeitos de melhoramento desportivo do mildronate", acrescentou Haggerty.

O meldonium (ou mildronate) é um fármaco, proibido na Europa Ocidental e nos Estados Unidos, recomendado para combater a insuficiência cardiovascular e permite que o coração suporte grandes cargas de trabalho físico ou intelectual.

No entanto, a AMA decidiu proibi-lo este ano, após receber dados alarmantes que confirmavam o seu uso recorrente por parte de desportistas profissionais nos países resultantes do desmembramento da União Soviética.

A ITF suspendeu provisoriamente a russa, número sete do ranking mundial', com a suspensão a iniciar-se a 12 de março e a vigorar até que o caso seja analisado.

Lusa

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