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Governo russo diz ter "muitas perguntas a fazer" à Agência Mundial Antidopagem

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros afirmou hoje que o governo de Moscovo tem "muitas perguntas a fazer" à Agência Mundial Antidopagem (AMA) sobre a proibição da substância meldonium, que levou a tenista Maria Sharapova a acusar positivo.

© Mario Anzuoni / Reuters

"A recente situação em que existem tantas acusações e castigos aos principais atletas russos deixam o governo com muitas perguntas a fazer à AMA. Deve haver uma resposta profissional a perguntas profissionais", afirmou Sergei Lavrov em declarações a uma televisão russa.

Para o diplomata, a proibição de meldonium é uma prova que existe uma perseguição aos atletas russos, já que a substância foi criada no início dos anos 80 na Letónia, ainda na antiga União Soviética, e é fácil que ter acesso no país.

"Se calhar, o meldonium teve o azar de ter nascido Letónia soviética. Se tivesse aparecido quando a Letónia começou a fazer parte chamado mundo 'civilizado', de certeza que teria tido outro destino", considerou Lavrov.

Maria Sharapova revelou na segunda-feira que teve um controlo positivo a meldonium, uma substância que toma desde 2006 e que se tornou proibida este ano, assumindo que não tinha visto a lista atualizada de produtos proibidos.

De acordo com a ITF, a russa foi controlada a 26 de janeiro no Open da Austrália, num teste que revelou a presença do produto proibido, tendo a tenista reconhecido a existência da substância. Maria Sharapova será suspensa preventivamente a partir de 12 de março, até que o caso esteja resolvido.

A russa, que venceu cinco torneios do 'Grand Slam', foi eliminada nos quartos de final do Open da Austrália, que se disputou no final de janeiro.

Lusa

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