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Federação grega recorre ao Supremo para impedir o cancelamento da taça

A Federação Grega de Futebol anunciou hoje que recorreu junto do supremo tribunal do país para reverter a decisão do governo em cancelar a presente edição da Taça, devido a incidentes com adeptos no jogo PAOK Salónica-Olympiacos.

(Arquivo)

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© Kostas Tsironis / Reuters

O organismo que rege o futebol helénico classificou a atitude do governo de Atenas e do ministro do desporto, Stavros Kontonis, como "inconstitucional e ilegal" e alertou que pode sofrer graves sanções da UEFA e FIFA, como a impossibilidade participar em competições internacionais.

"É uma decisão que viola as regras do desporto internacional, regras essas que asseguram a autonomia das federações nacionais e internacionais. Com isto, a Grécia arrisca ser expulsa da FIFA e da UEFA e assim impossibilitar de ter a seleção a competir em Europeus e Mundiais e os clubes em provas europeias", lê-se num comunicado da federação.

Na semana passada, a 03 de março, a Taça da Grécia desta temporada foi cancelada por decisão do governo, depois dos incidentes com adeptos registados na meia-final que opôs o PAOK e o Olympiacos, cuja equipa é treinada pelo português Marco Silva.

Em comunicado, o ministro grego dos Desportos, Stavros Kontonis, anunciou o "cancelamento definitivo" da competição, na sequência da "perturbação da paz social e da ordem legal".

Kontonis manifestou preocupação com as nomeações de árbitros para jogos importantes e pediu respostas à Federação Grega de Futebol.

Quando o Olympiacos vencia por 2-1 no terreno do PAOK, em jogo da primeira mão das meias-finais, o relvado foi invadido por adeptos da equipa da casa e das bancadas foram lançadas dezenas de tochas e bombas de fumo, levando o árbitro Andreas Pappas a interromper a partida, ao minuto 89. O treinador português Marco Silva foi, inclusivamente, atingido nas costas por uma garrafa.

Na época passada, o campeonato grego teve partidas adiadas, em sequência dos confrontos entre claques rivais.

Lusa

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