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Federação reafirma que foi Sara Moreira "a errar", não os juízes do nacional de crosse

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) defendeu hoje que foi Sara Moreira, e não os juízes, a errar no Nacional de corta-mato, domingo em Albufeira, numa situação que levou a desistir quando era líder destacada. "Não houve um erro de ajuizamento, mas sim um erro de cálculo da própria Sara, que calculou mal as voltas que lhe faltava correr", disse Jorge Vieira, presidente da FPA, em declaração vídeo divulgada na página da federação da modalidade.

A uma volta do fim, Sara Moreira, atleta do Sporting, estava lançada para conquistar o primeiro título nacional de corta-mato e levantou os braços, convencida que tinha terminado, parando depois de correr, para celebrar.

Alertada pelos juízes que ainda faltava uma volta, Sara Moreira - que afirmou ter ouvido o sino indicador da última volta na volta anterior - já não teve força anímica para continuar, desatando num choro compulsivo.

A desistência de Sara Moreira, 'crónica' segunda classificada nos últimos anos, permitiu a vitória da benfiquista Salomé Rocha e afastou mais o Sporting da luta pelo título coletivo, que só se definiu na última volta.

Jorge Vieira manifesta à atleta a sua solidariedade, a nível pessoal e institucional, "nestes momentos menos bons", por "não ter ajudado o seu clube para mais um título individual e para uma vitória coletiva" e relembra: "devemos aceitar que os campeões se fazem precisamente através do erro."

"As melhores performances fazem-se através de muitos erros cometidos. A Sara esforça-se todos os dias, não corre apenas para completar a competição, nunca corre a meio gás", disse ainda.

Elogiando a "determinação e concentração" da atleta nos seus objetivos, o dirigente acrescentou: "Arriscou para ganhar um título que há muito tempo persegue."

Sara Moreira tem mínimos olímpicos para a maratona dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, devendo ser uma das três atletas portuguesas na distância.

Lusa

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