sicnot

Perfil

Desporto

Leitura da sentença do caso Cardinal adiada para 27 de maio

A leitura da sentença do caso Cardinal, que envolve o antigo vice-presidente do Sporting Paulo Pereira Cristóvão, foi adiada de 22 de abril para 27 de maio, às 14:00, confirmou hoje fonte do tribunal.

LUSA

No âmbito do processo, Paulo Pereira Cristóvão é acusado de um crime de burla qualificada, outro de branqueamento de capitais, dois de peculato, mais um de devassa por meio informático, um de acesso ilegítimo e, por fim, um de denúncia caluniosa agravada.

Nas alegações finais, a 25 de janeiro, Paulo Farinha Alves, o advogado do antigo vice-presidente do Sporting, pediu a absolvição de todos os crimes.

Na parte do processo que dá nome ao caso e que se relaciona com um depósito de 2.000 euros na conta do árbitro assistente José Cardinal, para posteriormente o acusar de suborno, o advogado Paulo Farinha Alves entende que o seu cliente deve ser ilibado.

De acordo com a acusação, Paulo Pereira Cristóvão terá pedido ao seu colaborador Rui Martins para ir ao Funchal efetuar um depósito de 2.000 euros na conta de Cardinal, para posteriormente o acusar de ter sido subornado antes de um jogo entre o Sporting e o Marítimo.

Paulo Pereira Cristóvão é também acusado de ter criado uma lista com dados pessoais de árbitros, 33 dos quais reclamam o pagamento de indeminizações cíveis, por se sentirem intimidados com a divulgação da mesma.

O processo, que começou a ser julgado a 08 de abril de 2015, tem também como arguido Vítor Viegas, que é acusado de crimes de burla, branqueamento de capitais e devassa por meio informático,

Vítor Viegas é proprietário da empresa Businlog, contratada pelo Sporting para acompanhamento dos jogadores, que terá entretanto contratado dois colaboradores, a uma empresa à qual estava ligado Paulo Pereira Cristóvão.

O advogado de Vítor Viegas, João Castilho, considerou que o seu cliente, que passou de testemunha a arguido, deve ser absolvido de todos os crimes.

O procurador do Ministério Público encarregado do 'caso Cardinal', que está a ser julgado por um tribunal de júri, admitiu a aplicação de penas suspensas aos dois arguidos.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.