sicnot

Perfil

Desporto

Petrov quer voltar a jogar pelo Aston Villa depois de vencer cancro

O búlgaro Stiliyan Petrov anunciou hoje a vontade de regressar aos relvados de futebol, depois de ter abandonado o Aston Villa, em 2013, após um ano de combate a uma leucemia, detetada ainda em 2012.

© Darren Staples / Reuters

Aos 36 anos, e curado da doença oncológica, Petrov expressou, à imprensa britânica, o desejo de voltar a envergar a camisola do Aston Villa, histórico recém-despromovido à segunda liga inglesa.

"Decidi tentar voltar a jogar ao mais alto nível. Vão colocar-se muitas dúvidas e questões, mas acho que, se trabalhar bem, posso voltar à antiga forma. O Aston Villa continua a ser a minha prioridade", afirmou o ex-capitão da equipa londrina.

Depois de representar o Celtic, de 1999 a 2006, Petrov foi figura importante durante sete épocas do Aston Villa, pelo qual disputou 219 jogos, tendo até recebido o prémio de jogador do ano para os adeptos, em 2009.

Durante esta temporada, o búlgaro exerceu funções de treinador dos escalões jovens do Aston Villa.

Lusa

  • "Os governos são diferentes mas o povo é o mesmo"
    0:45

    Economia

    O Presidente da República atribui o resultado do défice do ano passado ao espírito de sacrifício do povo português. Num jantar em Coimbra para assinalar o Dia do Estudante, Marcelo Rebelo de Sousa considerou ainda que o valor do défice de 2016 é a prova de que com governos diferentes conseguem-se os mesmos objetivos.

  • Recuo na saúde é primeira derrota de peso para Donald Trump
    1:18

    Mundo

    O Presidente norte-americano sofreu esta sexta-feira uma derrota de peso. O líder da Câmara dos Representantes retirou a proposta do plano de saúde de Trump, que se preparava para um chumbo na câmara baixa do Congresso. Para já, mantém-se o Obamacare.

  • Pai do piloto da Germanwings defende inocência do filho

    Mundo

    O pai de Andreas Lubitz declarou esta sexta-feira que o filho não é o responsável pelo embate do avião da Germanwings contra um local montanhoso, que fez 150 mortos. O Ministério Público alemão concluiu em janeiro que o incidente em 2015 foi apenas da responsabilidade do piloto.