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Jéssica Augusto acredita merecer lugar na maratona do Rio2016

A atleta Jéssica Augusto disse hoje que merecia participar na maratona dos Jogos Olímpicos Rio2016, mas que aceitará qualquer decisão da Federação Portuguesa de Atletismo.

© Phil Noble / Reuters

No domingo, na maratona de Londres, Jéssica Augusto conseguiu mínimos para o Rio2016, com 2:28.53 horas, mas tem apenas o quarto tempo entre as cinco portuguesas com marca olímpica, atrás de Sara Moreira (2:24.49), Dulce Félix (2:25.15) e Filomena Costa (2:28.00) e à frente de Vanessa Fernandes (2:31.25), havendo vaga para apenas três.

"Ainda tenho esperança de estar nos Jogos Olímpicos, não me cabe a mim decidir. Se fosse eu a decidir já tinha tomado a decisão. Penso que mereço, tanto eu como a Filomena, o lugar. Cabe à federação decidir", afirmou.

Recordando a maratona de Londres, Jéssica Augusto revelou que "naquele dia tudo correu mal", mas a partir dos 15 quilómetros começou a sentir-se "indisposta, a nível intestinal".

"Parei aos 18 quilómetros, depois fiz o mais difícil, que foi voltar à competição, voltar a encontrar o ritmo. Já passei na meia maratona muito atrasada, não conseguiu fazer os abastecimentos e numa maratona a hidratação é muito importante. Tinha frio... Limitei-me a terminar, que achei que era o mais importante (...). Fiquei feliz por conseguir os mínimos 10 meses depois de ser mãe, o que não é para todos", referiu.

Sétima na maratona em Londres2012, Jéssica Augusto relembra que tinha planeado preparar-se para o Rio de Janeiro, "independentemente da opção de ser mãe ou não", pois tinha na sua "ambição de carreira ser olímpica mais uma vez pelo menos e na maratona com ambições mais altas".

"Sem prometer medalhas, mas o objetivo sempre foi voltar a pisar um palco olímpico e lutar por uma melhor classificação", afirmou.

Jéssica Augusto considera que é "desagradável" estar nesta situação de não saber se vai participar nos Jogos e lembrou que tem melhor marca pessoal do que Filomena Costa, reconhecendo que o sétimo lugar há quatro anos não deve pesar.

"Já passaram quatro anos. Não sei o que vai pesar, não sei a posição que vão tomar. Eu estou cá para servir Portugal e irei respeitar a decisão da Federação", assegurou.

Lusa

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