sicnot

Perfil

Desporto

Feridos no Rali de Santo Tirso não terão sido atingidos pelo veículo em despiste

O presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting disse hoje estar "em parte aliviado" por informações segundo as quais os espetadores hoje feridos no Rali de Santo Tirso não foram atingidos pelo veículo que se despistou.

"Pelas informações que tenho, o carro não embateu nos feridos, que estavam num sítio considerado de segurança. [Os espetadores] assustaram-se, desequilibraram-se ou caíram e magoaram-se, mas não houve contacto entre a viatura e as pessoas, o que para mim era o mais importante", afirmou Manuel Mello Breyner em declarações à agência Lusa.

Contactado pela Lusa na sequência do incidente ocorrido ao início da tarde de hoje no Rali de Santo Tirso - onde pelas 14:50 um dos veículos em prova se despistou em Monte Córdova, durante a 5.ª e última prova do rali no percurso era Assunção/Valinhas, causando ferimentos ligeiros em seis espetadores -- o dirigente federativo lamentou que só haja "eco sobre o desporto automóvel quando ocorrem acidentes".

Na opinião de Manuel Mello Breyner, não tem contudo havido "nenhum acréscimo de perigo" nas provas automóveis que," pelo contrário, têm estado bastante sossegadas".

"O público tem-se comportado bem e não tem havido grandes acidentes. Agora aconteceu este, num rali que tem uma grande lista de inscritos, numa zona de grandes aficionados e que tem muito público... mas isto acontece, faz parte do desporto. Desde que ninguém se magoe...é o mais importante", sustentou.

Para o ex-piloto de ralis e atual presidente da FPAK, a realidade é que "as provas estão mais seguras" e "o público, regra geral, segue as indicações", mas "o desporto automóvel é perigoso" e há sempre uma componente que "não se consegue controlar".

Até porque, notou, "as forças policiais concentram-se nos sítios onde existe mais público e fazem o seu papel", mas "todos procuram sempre aquele sítio que acham que é melhor para ver" e "não pode haver um polícia para cada espetador".

"O Rali de Portugal tem dado excelentes exemplos de bom controlo de público e de boa segurança, mas nunca se consegue controlar toda a gente, há sempre aqueles que gostam de desafiar e de ir para um sítio onde ninguém espera que vão. Não foi o caso hoje, mas há sempre essa tentação. É um bocadinho como as largadas de touros em Pamplona: as pessoas gostam sempre de desafiar um bocadinho o perigo e essas pessoas correm mais riscos do que as outras", disse.

Ainda assim, Mello Breyner entende que, "de uma maneira geral, o público está bastante mais disciplinado e consciente do perigo do desporto automóvel, tanto para quem pratica como para quem assiste".

Lusa

  • Desconhecem-se as causas do incêndio na fábrica da Tratolixo
    0:43

    País

    Os moradores de Trajouce, em São Domingos de Rana, não ganharam para o susto com um incêndio nas instalações da empresa de resíduos Tratolixo.O alerta foi dado por populares e trabalhadores da empresa. O vento foi o maior problema dos bombeiros no combate às chamas durante a noite. No local estiveram 133 homens, apoiados por 51 viaturas.Desconhecem-se para já as causas do incêndio. O incêndio foi circunscrito de madrugada, mas pode demorar algumas horas a ser dominado.

  • ASAE encerra em média um restaurante por dia
    1:33
  • Duas execução no mesmo dia pela primeira vez em 17 anos nos EUA

    Mundo

    O estado norte-americano do Arkansas (sul) executou, na noite de segunda-feira, dois condenados à morte, o que sucede pela primeira vez em 17 anos no país, anunciou a procuradora-geral daquele estado. Jack Jones e Marcel Williams, condenados separadamente na década de 1990 à pena capital por violação e assassínio, receberam uma injeção letal depois de diferentes tribunais terem rejeitado os respetivos recursos, afirmou Leslie Rutledge, em comunicado.

  • Investigadores criam nanovacina contra diferentes cancros

    Mundo

    Investigadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nanovacina (vacina administrada através de partículas microscópicas) contra diferentes cancros, como o da pele, do cólon e do reto, numa experiência com ratos, revela um estudo publicado esta segunda-feira.