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OMS reforça alertas e recomendações para quem pretende assistir ao Rio 2016

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforçou hoje os alertas aos viajantes que pretendem assistir no Brasil aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio de Janeiro.

© Bruno Kelly / Reuters

Aquela agência das Nações Unidas continua a defender que as mulheres grávidas não devem viajar para o Brasil por causa do risco de infeção pelo vírus Zika, relacionado com a microcefalia, mas ressaltou que o risco de infeção por doenças transmitidas por mosquitos será menor já que o evento acontece no inverno.

Aos visitantes é ainda recomendado o uso de roupas - de preferência de cor clara -, cobrindo a maior parte do corpo durante o dia e o uso de repelente contra mosquitos.

A OMS recomenda também que os viajantes escolham instalações sanitárias com água canalizada e barreiras físicas, tais como telas de janelas e portas necessárias para tentar impedir que os mosquitos entrem nos quartos.

Também é prudente evitar deslocações a locais sem água canalizada e saneamento básico, que reúnem as condições ideais para a proliferação de mosquitos.

Quanto às vacinas necessárias para a viagem, a OMS destacou que os turistas devem garantir imunização entre 04 a 08 semanas antes de chegarem ao Brasil.

Daí que seja necessário garantir "esquemas de imunização de rotina, incluindo a vacinação contra a difteria, tosse convulsa, tétano, poliomielite, sarampo, hepatite B, Haemophilus influenzae tipo B", lê-se no alerta.

A OMS defende ainda vacinações adicionais contra a rubéola, papeira, gripe, febre amarela, vírus do papiloma humano, rotavírus e pneumococos e recomenda o uso de preservativos em relações sexuais para evitar o contágio por doenças sexualmente transmissíveis.

Além dos alertas sanitários, a OMS também chama a atenção para a possibilidade de roubos e crimes violentos no Brasil.

"Os viajantes devem ser aconselhados a ter cautela e usar apenas táxis oficiais do aeroporto, não viajar sozinhos à noite, evitar áreas questionáveis e viajar com uma companhia", conclui o comunicado.

Lusa

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