sicnot

Perfil

Desporto

Mo Farah e Ruth Beitia eleitos atletas europeus do ano

O britânico Mo Farah e a espanhola Ruth Beitia foram eleitos atletas europeus do ano durante a gala da Federação continental de atletismo (AEA), que decorreu este sábado, no Funchal.

© Dylan Martinez / Reuters

Mo Farah, que revalidou os seus títulos olímpicos nos 5.000 e 10.000 metros e foi o europeu mais rápido nos 1.500, 3.000, 5.000, 10.000 metros e meia maratona, foi considerado o atleta do ano.

O britânico superou o italiano Gianmarco Tamberi, campeão europeu do salto em altura, e o alemão Thomas Rohler, campeão olímpico do lançamento do dardo.

© Arnd Wiegmann / Reuters

Ruth Beitia, campeã olímpica de salto em altura no Rio2016, bateu a grega Ekaterini Stefanidi, campeão europeia e olímpica no salto com vara, e a polaca Anita Wlodarczyk, imbatível esta temporada e campeã europeia e olímpica no lançamento do martelo.

Na AEA elegeu também como promessas do ano o alemão Max Hess, campeão da Europa do triplo salto, e a belga Nafissatou Thiam, campeã olímpica do heptatlo no Rio2016.

Os vencedores foram escolhidos através dos votos de adeptos europeus, representantes dos meios de comunicação, das federações europeias e de um painel de especialistas.

Lusa

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18