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Ministério Público confirma buscas na SAD do Benfica

O encontro irá opôr Real e Atlético de Madrid, no próximo dia 24, no Estádio da Luz. (Reuters/Arquivo)

© David Gray / Reuters

O Ministério Público, DIAP de Lisboa, confirmou hoje à agência Lusa que foram realizadas buscas na SAD do Benfica, com vista à recolha de provas para um processo que está a dirigir.

"Confirma-se a realização, no âmbito de um processo dirigido pelo Ministério Público, DIAP de Lisboa, de buscas com vista a recolha de prova", disse à Lusa fonte do Ministério Público (MP), acrescentando que as "diligências tiveram lugar no passado dia 11 de outubro".

A confirmação do Ministério Público surgiu horas depois de a agência Lusa ter questionado o organismo sobre a realização de buscas na SAD do Benfica no âmbito das despesas feitas com equipas de arbitragem, denunciadas há mais de um ano pelo presidente do Sporting.

O Correio da Manhã noticiou hoje, em manchete, que "prendas aos árbitros lançam buscas no Benfica", acrescentando que "inspetores apreenderam documentos na Luz" e que o "departamento financeiro [foi] visado pelas autoridades".

Ao mesmo jornal, a direção de comunicação do Benfica informou que "a investigação resultou de uma iniciativa e participação expressamente feita pelo Benfica à Federação Portuguesa de Futebol, para que apresentasse queixa ao Ministério Público".

Durante a manhã de hoje, o Benfica reiterou o seu empenho no "cabal esclarecimento e célere decisão" do denominado caso dos vouchers, espoletado por denúncias e acusações proferidas por Bruno de Carvalho.

Em comunicado, e "na sequência de notícias vindas a público sobre o processo", os tricampeões nacionais de futebol relembraram que, após as "insinuações e acusações", feitas a 5 de outubro de 2015, "solicitaram à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) que remetesse uma participação às instâncias competentes, visando promover a averiguação da situação referida no mais curto espaço de tempo".

Num programa televisivo, entre outras acusações, Bruno de Carvalho referiu que o Benfica fazia ofertas de cortesia a equipas de arbitragem em todos os jogos que poderiam atingir um valor global por época a rondar os 250 mil euros.

Entretanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) remeteu para o Ministério Público competente uma participação da FPF sobre as declarações do presidente do Sporting sobre aliciamentos a árbitros.

A 27 de janeiro deste ano, no âmbito da justiça desportiva, a Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional anunciou o arquivamento do processo decorrente das afirmações do presidente do Sporting sobre as ofertas do Benfica a árbitros.

Lusa

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