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Madeira Rodrigues crê que mau momento do Sporting não será vantagem nas eleições

Pedro Madeira Rodrigues considerou esta quinta-feira que os resultados negativos do Sporting não serão uma vantagem para uma eventual vitória nas eleições do clube e manifestou o desejo de ver os leões campeões da I Liga de futebol no final da época.

"Eu não consigo pensar assim. No dia 04 de março, os sportinguistas vão votar em consciência, independentemente dos resultados positivos ou negativos. Espero que sejam positivos, até porque quero herdar uma equipa em termos classificativos e conquistar o título nacional", começou por dizer o único candidato que irá a votos contra o atual presidente, Bruno de Carvalho.


Na chegada ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois de alguns dias em Inglaterra, "reunido com potenciais investidores para o Sporting", o candidato mostrou-se bastante satisfeito.


"Foi [uma viagem] muito produtiva. Fui a Londres e a Manchester tratar do futuro do Sporting, com várias reuniões com potenciais investidores para o clube, que manifestaram vontade em apoiar o clube, mas, por outro lado, com alguma preocupação com a situação financeira atual do Sporting. Os investidores são gente séria, mas não vou aparecer com eles para já, antes das eleições. Eles querem ver o que acontece", explicou.


Já sobre o treinador que escolherá para treinar o plantel principal dos 'leões', Pedro Madeira Rodrigues não quis revelar nomes, afastando a hipótese de contratar Marco Silva, atualmente no comando técnico do Hull City, de Inglaterra.


"Não é uma possibilidade. O Marco Silva vai ser um treinador de muitos anos na Premier League e as pessoas estão encantadas com eles. Dentro das três possibilidades, já estamos a falar com aquele nome que escolhemos como prioritário, mas não vou adiantar mais. Há um argentino, um europeu e outro português", afirmou.


A terminar, Paulo Madeira Rodrigues não deixou de lembrar que Bruno de Carvalho "foi importante para o Sporting em determinado momento", mas sublinhou que, futuramente, "não conseguirá inverter o rumo atual".

Lusa

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