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Liga prescinde de ação judicial contra gestão de Mário Figueiredo

O presidente da Assembleia Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional revelou esta terça-feira que os clubes optaram por não mover qualquer ação judicial à comissão executiva liderada por Mário Figueiredo, considerando "satisfatórias" as explicações dadas."

"Foram discutidas as questões colocadas aos membros da anterior Comissão Executiva, presidida por Mário Figueiredo, tendo sido decidido pelos clubes a importância de virar um ciclo e não avançar com qualquer tipo de ação judicial, depois de satisfeitos pelas justificações obtidas", justificou Mário Costa.

A reunião magna "aceitou as explicações apresentadas por membros da ex-Comissão Executiva presidida pelo Dr. Mário Figueiredo, no seguimento de uma deliberação da AG de 07 de outubro de 2016, dando por concluído o processo".

"Foi ainda votada e aprovada - pela maioria dos clubes - uma alteração nos estatutos e regulamentos gerais da Liga Portuguesa de Futebol Profissional por forma a estar em sintonia com os próprios regulamentos e estatutos da Federação Portuguesa de Futebol", acrescentou, quanto à reunião magna que durou cerca de seis horas.

Quanto às alterações aos quadros competitivos, "ficou também decidido como é que se procederá à reintegração de um clube e/ou sociedade desportiva através de uma decisão judicial, tendo ficado estabelecido que haverá uma época de permeio, sendo a integração efetuada apenas na seguinte", esclareceu Mário Costa.

Neste caso, na época em que um clube é reintegrado na I Liga, subirá apenas o primeiro da II Liga, caso tenha sido um clube do segundo escalão o 'beneficiado' pela despromoção administrativa.

No caso do Gil Vicente, que deverá ser readmitido se transitar em julgado a decisão de um tribunal que o recolocou na I Liga, vão descer três equipas da I Liga, porque, na altura, foi o primodivisionário Belenenses a manter-se no primeiro escalão.Relativamente aos quadros competitivos, a época 2018/19, a Liga e a II Liga terão os mesmos 18 clubes, "tendo em conta a linha orientadora da Liga Portugal referente à sustentabilidade da prova", concluiu Mário Costa.

Lusa

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