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Jorge Mendes diz que não foi notificado sobre investigação a Falcao

© Stefan Wermuth / Reuters

Jorge Mendes diz não ter sido notificado para prestar declarações no âmbito de um inquérito por alegada fraude fiscal, cometida por Radamel Falcao. O comunicado da Gestifute surge depois da agência espanhola EFE ter avançado com a informação que o agente de jogadores vai ser ouvido como arguido, no próximo dia 27, em Madrid.

"Jorge Mendes não recebeu qualquer notificação para prestar declarações no âmbito de um inquérito de investigação por alegada fraude fiscal cometida pelo futebolista Radamel Falcao", lê-se num comunicado da Gestifute.

De acordo com a agência EFE, Jorge Mendes vai ser ouvido como arguido a 27 de junho no Tribunal de Instrução número 1 de Pozuelo de Alercón (Madrid) no caso da alegada fuga fiscal do avançado do Mónaco e ex-jogador do FC Porto, que foi acusado de uma fraude fiscal no valor de 5,66 milhões de euros, em 2012 e 2013, quando atuava no Atlético de Madrid.

"Jorge Mendes é um dos mais importantes agentes do mundo e a sua atividade limita-se única e exclusivamente, à intermediação nas transferências de jogadores entre clubes de futebol e à negociação ou renovação dos respetivos contratos de trabalho", sublinha o comunicado, acrescentando que nem o empresário, nem a Gestifute, "prestam qualquer tipo de serviço relacionado, direta ou indiretamente, com a assessoria financeira, fiscal ou jurídica dos seus representados".

O Ministério Público de Madrid também acusou o português Fábio Coentrão, companheiro de equipa de Cristiano Ronaldo no Real Madrid, de ter defraudado o fisco espanhol em 1,29 milhões de euros, entre 2012 e 2014.

A Falcao e Coentrão são imputados cinco delitos contra a Fazenda Pública espanhola, tendo em conta os dados recolhidos pelo fisco sobre as suas situações fiscais.

Falcao é acusado de ter criado uma sociedade com o único fim de ocultar à Fazendo Pública espanhola as receitas geradas em Espanha pelos seus direitos de imagem obtidos em 2012 e 2013 - 822.609 e 4.839.253 euros, respetivamente -, valores que também não foram declarados fora de Espanha.

Antes, o argentino Ángel Di Maria e o português Ricardo Carvalho, ambos ex-jogadores do Real Madrid, também foram acusados de alegados delitos fiscais, sendo que Jorge Medes, dono da Gestifute, representa todos os futebolistas.

Ainda de acordo com fontes da agência EFE, o mesmo tribunal da capital espanhola será o responsável por investigar a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Madrid contra o futebolista português Cristiano Ronaldo, acusado de ter de forma "consciente", criado uma sociedade para defraudar o fisco espanhol em 14,7 milhões de euros.

Com Lusa

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