sicnot

Perfil

Desporto

Guarda-redes Carl Ikeme diagnosticado com leucemia aguda

Reuters Staff

O Wolverhampton, clube da segunda liga inglesa de futebol treinado pelo português Nuno Espírito Santo, anunciou esta quinta-feira que o guarda-redes nigeriano da equipa Carl Ikeme sofre de leucemia aguda.

"É com grande tristeza que anunciamos que foi diagnosticada leucemia aguda a Carl Ikeme", refere o clube, em comunicado.

Na sequência dos exames médicos de pré-época, que revelaram parâmetros anormais nas amostras de sangue do jogador, Carl Ikeme, de 31 anos, foi submetido a novos exames que detetaram a doença.

O jogador, ligado ao Wolverhampton desde a época de 2003/2004, irá agora iniciar de imediato tratamento de quimioterapia, adiantou o clube.

"Anunciam-se tempos muito difíceis, mas ele receberá o melhor tratamento disponível, com a colaboração permanente da nossa equipa médica", acrescentam.

O clube inglês anunciou no final de maio o treinador português Nuno Espírito Santo, que orientou o FC Porto esta época, como o novo treinador da equipa.

No Wolverhampton, que terminou o último campeonato da segunda liga inglesa em 16.º, jogam os portugueses Silvio, Hélder Costa e Ivan Cavaleiro.

Lusa

  • Passos acusa Governo de "sacudir água do capote"

    País

    O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou este sábado o Governo de "sacudir a água do capote" para não assumir a responsabilidade pelo que está a ser decidido, usando uma política de comunicação que considerou ser um "embuste".

  • Quase 200 polícias solidários com agentes acusados
    2:29

    País

    Perto de 200 polícias manifestaram-se este sábado na sede da PSP em Alfragide, em solidariedade com os 18 agentes acusados no processo Cova da Moura. O Sindicato Nacional de Polícia associou-se ao protesto e diz existir um aproveitamento político do caso.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.