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Federação de canoagem fala em desempenho "muito positivo" nos Europeus

(arquivo)

Murad Sezer

A Federação Portuguesa de Canoagem fez este domingo um balanço "muito positivo" dos Europeus da Bulgária, destacando a medalha de ouro e as duas de prata e a integração dos K4 no projeto olímpico.

"É um balanço muito positivo. Em três dias de prova, todas as nossas embarcações foram às finais, exceto duas, tendo uma delas ido à B. Na paracanoagem também cumprimos. Tudo isso nos faz ficar muito satisfeitos", admitiu Ricardo Machado.

Em declarações à Lusa, o vice-presidente e diretor técnico nacional entende que "a cereja em cima do bolo foram as medalhas, que vieram colorir a participação portuguesa no Europeu, decisivas para o sexto lugar entre 37 seleções".

Fernando Pimenta tornou-se bicampeão nos olímpicos K1 1000 e levou a prata em K1 5000, enquanto Joana Vasconcelos e Francisca Laia foram segundas em K2 200.

"Não esqueço a integração dos dois K4 no projeto olímpico, o que nos dá algumas garantias de trabalho para o futuro. Estamos apenas no início do ciclo olímpico. A nossa missão é trabalhar com qualidade para apurar o maior número de atletas e em Tóquio2020 aspirarmos aos melhores resultados, como sempre faz a canoagem portuguesa", completou.

O treinador de Pimenta, Hélio Lucas, destacou o "desempenho excecional" do seu pupilo, exaltando a forma como se "bateu até ao fim na desgastante prova dos 5000 metros, perdida por pormenores", traduzidos em 1,420 segundos, após 19.22,640 minutos de prova.

"Agora é fazer um bom trabalho até ao Mundial do fim de agosto na República Checa. O objetivo é igualar ou melhorar o bronze conquistado em 2015. Vamos tentar. Chegar às medalhas já seria bom", reconheceu.

O técnico nacional da paracanoagem, Ivo Quendera, disse que Floriano Jesus (nono em KL1) e Norberto Mourão (semifinalista em KL2) "cumpriram com as expectativas, num ano de transição, em que se está a valorizar acima de tudo o reforço do grupo de atletas".

"Este ano foi atípico e não viemos preparados da melhor forma. Era importante dar experiência internacional ao Floriano e continuamos a tentar que a classe do Norberto seja dividida em duas, para ser mais justo para ele perante adversários sem as mesmas limitações físicas", acrescentou.

Lusa

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