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Associação Internacional de Atletismo suspende o dirigente Frankie Fredericks

O namibiano Frankie Fredericks foi suspenso provisoriamente pela Associação Internacional de Atletismo (IAAF), organismo de que é membro o antigo campeão do mundo dos 200 metros, cujo nome tem aparecido associado a suspeitas de corrupção.

O antigo velocista fica suspenso "das suas funções de membro do conselho (...) e de qualquer função no atletismo", enquanto não se concluir um inquérito, decidiu a comissão de disciplina da IAAF, a fazer eco do que tem sido avançado pela imprensa em França.


Frankie Fredericks disse, em comunicado, que vai recorrer e assegura "não ter violado o código de ética da IAAF".


A 04 de março, o diário francês Le Monde avançava que Fredericks recebeu 299.300 dólares (cerca de 262 mil euros) no dia da atribuição dos Jogos Olímpicos pelo COI ao Rio de Janeiro (29 de outubro de 2009, em Copenhaga).


O dirigente assegura que o pagamento foi feito "em conformidade com um contrato datado de 11 de março de 2007, por serviços prestados entre 2007 e 2011" e que "nada tem a ver com os Jogos Olímpicos".


O pagamento provem da empresa do filho do antigo presidente da IAAF Lamine Diack, Papa Massata Diack - que por sua vez é acusado de ter recebido 1,5 milhões de dólares (1,31 milhões de euros) do empresário brasileiro Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, três dias antes da votação.


Entretanto, Fredericks já se tinha demitido da comissão de avaliação dos Jogos Olímpicos de 2024, cedendo o lugar ao suíço Patrick Baumann. Anunciara também que não ia votar na escolha para cidade desses Jogos, na sessão de setembro, a realizar em Lima (onde deverá acontecer a atribuição em conjunto de 2024 e 2028 a Paris e Los Angeles, faltando saber a ordem).


A IAAF também já tinha substituído Fredericks no grupo de trabalho para a reintegração do atletismo russo, após o afastamento por doping institucionalizado.

Lusa

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