Última Edição

0
0:05

Última Edição

1
2:24

Parlamento português discute resultados das eleições gregas

2
1:45

Ministro das Finanças grego não quer duelos nem ameaças nas negociações com UE

3
1:31

Hospital da Feira adiou cirurgia considerada prioritária a doente oncológica

4
2:10

Administração do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga demite-se

5
0:58

Paulo Macedo desconhece demissão no Hospital da Feira

6
1:13

DGS cria reserva estratégica de medicamento para casos graves de gripe

7
1:32

"Olho para reputação da FIFA neste momento e não gosto do que vejo"

8
1:07

FPF dá total apoio à candidatura de Luís Figo à FIFA

9
1:56

Trabalhadores de câmaras e juntas de freguesia exigem regresso às 35 horas de trabalho

10
1:36

Estado Islâmico reivindica ataque a hotel de luxo em Tripoli

11
1:45

Mais de 4 mil voos cancelados devido a nevões nos EUA

07:39 07.05.2012

Governo e sindicatos da Função Pública voltam hoje à mesa das negociações

(SIC/Aruivo)

O Governo e os sindicatos da administração pública  regressam hoje às negociações, com os trabalhadores apreensivos quanto à  possibilidade de perderem as regalias adquiridas e com o Executivo a dar  sinais de cedência nalgumas matérias fraturantes. 

Desde fevereiro que o secretário de Estado da Administração Pública  e as principais estruturas sindicais têm vindo a reunir-se para discutir  nomeadamente a revisão do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas  para o harmonizar com as alterações que vão ser feitas ao Código do Trabalho  (como a redução do número de feriados e a introdução do banco de horas individual  e grupal). 

No entanto, e apesar da contestação dos sindicatos (FESAP -- Frente  Sindical da Administração Pública, Frente Comum e STE -- Sindicato dos Quadros  Técnicos do Estado), o Governo tem vindo a acrescentar novas alterações,  à medida que o processo evolui, em particular o regime de mobilidade geográfica,  que já existe mas ao qual o Executivo acrescentou o regime de 'mobilidade  interna temporária' e a possibilidade de rescisão por mútuo acordo. 

No caso das indemnizações, na origem da discórdia entre as partes  está o valor pago pelo Estado e que se traduzirá numa compensação correspondente  a 20 dias de salário por cada ano de trabalho, num máximo de 12 meses, à  semelhança do que vigora no setor privado. 

As reuniões prosseguem na terça-feira, dia em que o secretário de Estado  deverá fazer um balanço das reuniões com os sindicatos. 

Lusa

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Economia

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

CT: NEWS
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .