Última Edição

0
0:05

Última Edição

1
3:26

Revista de imprensa de 4 de setembro

2
0:09

Costa diz que a sua vida fala por si no apoio a refugiados

3
0:55

Nuno Melo acusa Costa de ver nos refugiados "pretexto" de combate à desertificação

4
2:07

Portugal disponível para acolher número maior de refugiados

5
1:59

Cerca de 2 mil sírios chegaram a Atenas

6
1:07

Quatro empresas entregaram sete propostas para subconcessão dos transportes do Porto

7
3:01

Técnicos de gás absolvidos por explosão em Setúbal

8
1:42

Agricultores invadem Paris contra custos elevados de produção

9
1:49

Seleção quer voltar a vencer França 40 anos depois

10
1:24

Selecionador francês quer relançar confiança da equipa frente a Portugal

11
1:42

Dois portugueses e Lopetegui no fórum de treinadores de elite da UEFA

12
1:27

Cinco antigas manequins da Vogue recriam foto de há 25 anos

07:39 07.05.2012

Governo e sindicatos da Função Pública voltam hoje à mesa das negociações

(SIC/Aruivo)

O Governo e os sindicatos da administração pública  regressam hoje às negociações, com os trabalhadores apreensivos quanto à  possibilidade de perderem as regalias adquiridas e com o Executivo a dar  sinais de cedência nalgumas matérias fraturantes. 

Desde fevereiro que o secretário de Estado da Administração Pública  e as principais estruturas sindicais têm vindo a reunir-se para discutir  nomeadamente a revisão do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas  para o harmonizar com as alterações que vão ser feitas ao Código do Trabalho  (como a redução do número de feriados e a introdução do banco de horas individual  e grupal). 

No entanto, e apesar da contestação dos sindicatos (FESAP -- Frente  Sindical da Administração Pública, Frente Comum e STE -- Sindicato dos Quadros  Técnicos do Estado), o Governo tem vindo a acrescentar novas alterações,  à medida que o processo evolui, em particular o regime de mobilidade geográfica,  que já existe mas ao qual o Executivo acrescentou o regime de 'mobilidade  interna temporária' e a possibilidade de rescisão por mútuo acordo. 

No caso das indemnizações, na origem da discórdia entre as partes  está o valor pago pelo Estado e que se traduzirá numa compensação correspondente  a 20 dias de salário por cada ano de trabalho, num máximo de 12 meses, à  semelhança do que vigora no setor privado. 

As reuniões prosseguem na terça-feira, dia em que o secretário de Estado  deverá fazer um balanço das reuniões com os sindicatos. 

Lusa

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Economia

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

CT: NEWS
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .