-
SEGUNDA A SEXTA 01:00Um programa descontraído, com boas conversas, bem-humorado. De segunda a sexta, um anfitrião diferente recebe convidados de artes várias.
-
SEGUNDA A SEXTA 11:00 E 17:00A sua opinião conta. Participe já no debate aqui mesmo.
20.01.2012 19:51
Ministro diz que compensações à falta da meia hora constam no acordo da Concertação Social
O ministro da Economia esclareceu hoje, em Mafra, que as compensações à retirada da meia hora a mais de trabalho já estão englobadas no acordo da concertação social, ao contrário do que defendeu a CIP.
A falta da "meia hora já foi compensada com o acordo abrangente, que é um acordo que ajuda o país", afirmou aos jornalistas Álvaro Santos Pereira, sublinhando tratar-se do acordo "mais abrangente assinado no país em menos tempo".
O presidente da CIP, António Saraiva, defendeu na quinta-feira que o Governo não compensou as empresas com "medidas equivalentes" à redução da Taxa Social única (TSU) nem à retirada da meia hora adicional, pedindo "sensibilidade" para tornar Portugal mais atrativo.
O governante recusou comentar as divisões entre a UGT e a CGTP, depois de o sindicalista João Proença, da UGT, ter afirmado que "altos quadros da CGTP o incentivaram a negociar o acordo".
"É um acordo que parecia distante para muitos e agora é uma realidade", disse Álvaro Santos Pereira, não querendo acrescentar mais nada a não ser que "é um acordo importante para o país vencer a crise atual".
O ministro da Economia falava à margem de uma visita à Sicasal, no concelho de Mafra, cuja fábrica ficou há dois meses danificada em 30 por cento da sua área devido a um incêndio.
"A Sicasal é um exemplo para o país de liderança e perseverança, uma metáfora dos tempos atuais", referiu o governante, assinalando que, em vez de encerrar e despedir trabalhadores, a unidade adotou o lema "lutar para vencer" a crise a pensar no "interesse do país".
Além de estar a recuperar as zonas afetadas pelo incêndio (com conclusão prevista para abril), a fábrica espera dentro de um ano ter concluído o projeto de ampliação, que pressupõe o aumento da capacidade produtiva e de postos de trabalho mais qualificados, explicou o presidente do concelho de administração da empresa, Álvaro Santos Silva.
À semelhança da Sicasal, que exporta 40 por cento da sua produção, o setor agroalimentar "tem-se diversificado e internacionalizado", afirmou o ministro da Economia.
A Sicasal, a laborar há 44 anos no embalamento de carne fresca e na produção de produtos transformados derivados de carne, como salsichas e enchidos, fatura por ano entre 90 a 100 milhões de euros e emprega 650 trabalhadores.
Lusa
Notícias relacionadas
Últimas
- 23:03 Passos Coelho acredita em "empenho conjunto" para impulsionar "nova dinâmica de crescimento" na Europa
- 22:59 A decisão do BCE e a crise na Grécia em análise
- 22:52 Francisco Assis e José Luis Arnaut frente-a-frente
- 22:51 Estreantes Custódio e Miguel Lopes já estiveram esta manhã no treino da Seleção Nacional
- 22:52 Administrador executivo da Casa da Música fala do impacto dos cortes
Bolsa
Tempo
Trânsito
Alertas SMS