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Banco Mundial faz 'mea culpa' por danos causados a populações deslocadas

O Banco Mundial (BM) fez hoje um 'mea culpa' pelas consequências, por vezes negativas, do deslocamento forçado de populações no âmbito de projetos para os quais faculta financiamento.

Presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim

Presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim

(Reuters/Arquivo)

"Estivemos a examinar, com um olhar crítico, o que fazemos nesta área e aquilo com que nos deparámos despertou em mim profundas preocupações", disse o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em comunicado.

"Encontrámos uma série de questões importantes. A primeira é que não fizemos o suficiente para controlar projetos que envolvem deslocamentos. A segunda é que não temos aplicado os planos de forma correta e a terceira é que não temos introduzido instrumentos de controlo suficientes para garantir que as nossas políticas são respeitadas. Devemos e vamos fazer melhor ", acrescentou Jim Yong Kim.

Após admitir estas falhas, o BM anunciou o lançamento de um plano de ação para resolver o problema, prevendo um reforço dos controlos e pessoal adicional para monitorar esses projetos.

O Banco Mundial divulgou hoje vários documentos sobre a questão, incluindo pesquisas realizadas nos últimos 20 anos, mas não cita projetos específicos em que a deslocação das populações teve lugar em condições insatisfatórias. 

Porém, um documento anterior refere problemas em torno de um transporte urbano em Mumbai, na Índia, um gasoduto na África Ocidental e o desenvolvimento das zonas costeiras na Albânia.



Lusa
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