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Cinco processos de execução fiscal instaurados a Passos entre 2003 e 2007

A situação fiscal do primeiro-ministro voltou a ser notícia, agora por outros motivos. Vários órgãos de comunicação social citam cinco processos de execução fiscal, instaurados a Pedro Passos Coelho entre 2003 e 2007.

Os cinco procedimentos do Fisco atingiram, no total, os 6 mil euros, mas ficaram resolvidos durante esse período.

Os cinco procedimentos do Fisco atingiram, no total, os 6 mil euros, mas ficaram resolvidos durante esse período.

ESTELA SILVA / Lusa

Os cinco procedimentos do Fisco atingiram, no total, os 6 mil euros, mas ficaram resolvidos durante esse período.

Os problemas fiscais do primeiro-ministro foram denunciados pela primeira vez em 2011, num blogue na internet, nas vésperas da campanha eleitoral para as Legislativas.
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  • Oposição quer conhecer ao pormenor carreira contributiva de Passos Coelho
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    Apesar dos repetidos esclarecimentos de Passos Coelho, ainda há perguntas por responder. Todos os partidos da oposição entregaram no Parlamento requerimentos para saber ao pormenor o que se passou entre 1999 e 2004. Anos em que o primeiro-ministro acumulou dívidas à Segurança Social e que, de acordo com o jornal Público, não foram todas contabilizadas. Parte da dívida terá sido dado como prescrita. O valor entre 1999 e 2004 com juros seria superior a 8 mil euros. A Segurança Social terá tido em conta o valor entre 2002 e 2004.

  • Vitorino diz que a dívida de Passos à Segurança Social é motivo para pedir desculpa aos portugueses
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  • PSD defende que Passos pode dar mais explicações num debate quinzenal
    0:59

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    Eliseu não deverá ser opção para jogo de sábado da seleção nacional, na Taça das Confederações. O jogador está com gripe e não treinou esta manhã em S. Petersburgo. Sem Raphaël Guerreiro, lesionado, Portugal fica sem defesas esquerdos disponíveis.

  • O dia que roubou dezenas de vidas em Pedrógrão Grande
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  • Metade dos moradores de Sandinha recusaram sair das casas
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    Duarte Nuno Vieira, médico legista, esteve esta quinta-feira, na Edição da Noite, para comentar o que já foi feito e o que falta fazer em Pedrógão Grande, depois de ter sido atingido pelos incêndios. O presidente do Conselho Europeu de Medicina Legal defendeu que guardar os corpos das vítimas mortais num camião de alimentos foi uma "maneira de solucionar o problema da forma possível", visto que não há espaço no Instituto Nacional De Medicina Legal.

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