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Crédito malparado volta a subir e aproxima-se dos 18 milhões de euros

O crédito malparado das famílias e empresas voltou a subir em janeiro, atingindo os 5.364 milhões de euros e os 12.545 milhões, respetivamente, ultrapassando em conjunto 17.900 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal. 

SIC/ Arquivo

Segundo o banco central, em janeiro, dos 123.212 milhões de euros emprestados às famílias, 5.364 milhões de euros eram considerados créditos de cobrança duvidosa, representando 4,35% do total dos empréstimos concedidos.

Este é um novo máximo do crédito malparado, depois de em novembro ter alcançado 4,34% do total dos empréstimos concedidos. No início do ano passado a percentagem do crédito de cobrança duvidosa perante o total concedido ultrapassou os 4% e desde então tem vindo a alcançar novos máximos praticamente todos os meses.

O crédito malparado aumentou também face a dezembro, quando totalizava 5.344 milhões, o equivalente a 4,32% dos 123.686 emprestados pela banca às famílias portuguesas. 

O crédito de cobrança duvidosa na habitação, em percentagem do total do crédito concedido para este fim, também subiu de 2,45% em dezembro para 2,47% em janeiro, atingindo os 2.512 milhões de euros.

Os dados do BdP mostram que o malparado também subiu no crédito ao consumo, de 10,71% em dezembro para 10,72% em janeiro, representando 1.288 milhões do total de 12.013 milhões concedidos. 

Também quanto ao crédito a particulares para outros fins, os números do regulador dão conta de que o crédito de cobrança duvidosa aumentou de 15,59% em dezembro para 15,89% em janeiro, totalizando 1.564 milhões de euros dos 9.840 milhões concedidos. 

No caso das empresas, o crédito malparado também aumentou: representava em janeiro 14,65% do total dos empréstimos concedidos (mais 0,25 pontos percentuais do que em dezembro), atingindo 12.545 milhões do total de 85.654 milhões de euros emprestados pela banca.

Desde fevereiro que o crédito malparado para as empresas ultrapassou os 10% do total concedido e que todos os meses tem alcançado um novo máximo, ultrapassando em outubro os 14% do total de créditos concedidos.


Lusa
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