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Portugal liderou crescimento de venda de carros na União Europeia em fevereiro

Portugal foi o país com o maior crescimento da venda de carros na União Europeia em fevereiro, com um aumento de 35,6% relativamente ao mês homólogo de 2014, anunciou hoje a Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis (ACEA).

Matthias Schrader

Num mercado europeu em recuperação, foram vendidos no mês passado um total de 924.440 veículos de passageiros, um valor, no entanto, inferior aos mais de 1,1 milhões de carros vendidos em fevereiro de 2008, o ano antes da crise e que teve particular efeito devastador sobre os mercados do sul da Europa, incluindo Portugal.


Agora, são exatamente estes mercados que estão a puxar pela recuperação, liderada por Portugal, mas também por Espanha, com uma recuperação de 26,1% relativamente a fevereiro do ano passado, bem como Itália (+13,2%).


O maior mercado automóvel europeu, a Alemanha, obteve um aumento de 6,6% nas matrículas de novos carros, enquanto o Reino Unido cresceu 12% e a França 4,5%.


Em termos globais, os novos registos de automóveis na União Europeia aumentaram 7,3% em fevereiro, graças a um crescimento de dois dígitos dos mercados espanhol, italiano e britânico, com forte influência no total do mercado europeu.


Nos dois primeiros meses do ano, as matrículas europeias de carros novos aumentaram 7% em relação ao mesmo período de 2014. Em janeiro, o aumento foi de 6,7%. 


A ACEA ressaltou que fevereiro de 2015 marca o 18.º mês consecutivo de crescimento do mercado europeu.


Em termos de construtores, o grupo Volkswagen é, de longe, o líder no velho continente, que com a sua variedade de marcas lhe permite capturar 25,3% do mercado, com 233.527 unidades em fevereiro, impulsionado pelas vendas de veículos do grupo como, por exemplo, Volkswagen (+ 13%) Seat (+ 23,1%) e Porsche (+ 40,9%).


Os fabricantes franceses registaram um desempenho misto, com a Renault a ter um desempenho melhor do que a média do mercado, com crescimento de 9,9%, enquanto a PSA Peugeot Citroën se manteve praticamente estável (+ 1,1%).


A PSA, que continua a ser o segundo grupo europeu de construtores de automóveis, com 105.611 unidades, viu a sua quota de mercado descer em 0,7 pontos, para 11,4%. 


O outro grande grupo francês, a Renault, conseguiu recuperar 0,2 pontos percentuais no mercado, para 10,3%, devido ao maior crescimento médio em fevereiro, mês em que vendeu 95.273 veículos particulares. 


Segue-se a marca italo-americana Chrysler Grupo Fiat (CFA), cujas matrículas aumentaram 11,9% em relação a fevereiro de 2014. A marca Jeep, a nova gama, é a campeã em todas as categorias, com um crescimento de mais de 200,7%.


A FCA ganha à Ford e à Opel, as duas marcas dependentes das gigantes norte-americanas Ford Motor Company e da General Motors. As matrículas da Ford subiram 6,9%, enquanto o grupo Opel (incluindo Vauxhall e Chevrolet) diminuiu 7,8% devido ao fim da comercialização dos produtos Chevrolet na Europa.


Entre as marcas 'premium' alemãs, a BMW, incluindo a marca Mini, aumentou as vendas em 16,8% em relação a fevereiro de 2014 e Daimler (Mercedes e Smart) aumentou 13,2%, principalmente devido à Smart, que aumentou as matrículas em 44,9%.


Num mercado europeu em recuperação, foram vendidos no mês passado um total de 924.440 veículos de passageiros, um valor, no entanto, inferior aos mais de 1,1 milhões de carros vendidos em fevereiro de 2008, o ano antes da crise e que teve particular efeito devastador sobre os mercados do sul da Europa, incluindo Portugal.

Agora, são exatamente estes mercados que estão a puxar pela recuperação, liderada por Portugal, mas também por Espanha, com uma recuperação de 26,1% relativamente a fevereiro do ano passado, bem como Itália (+13,2%).

O maior mercado automóvel europeu, a Alemanha, obteve um aumento de 6,6% nas matrículas de novos carros, enquanto o Reino Unido cresceu 12% e a França 4,5%.

Em termos globais, os novos registos de automóveis na União Europeia aumentaram 7,3% em fevereiro, graças a um crescimento de dois dígitos dos mercados espanhol, italiano e britânico, com forte influência no total do mercado europeu.

Nos dois primeiros meses do ano, as matrículas europeias de carros novos aumentaram 7% em relação ao mesmo período de 2014. Em janeiro, o aumento foi de 6,7%. 

A ACEA ressaltou que fevereiro de 2015 marca o 18.º mês consecutivo de crescimento do mercado europeu.

Em termos de construtores, o grupo Volkswagen é, de longe, o líder no velho continente, que com a sua variedade de marcas lhe permite capturar 25,3% do mercado, com 233.527 unidades em fevereiro, impulsionado pelas vendas de veículos do grupo como, por exemplo, Volkswagen (+ 13%) Seat (+ 23,1%) e Porsche (+ 40,9%).

Os fabricantes franceses registaram um desempenho misto, com a Renault a ter um desempenho melhor do que a média do mercado, com crescimento de 9,9%, enquanto a PSA Peugeot Citroën se manteve praticamente estável (+ 1,1%).

A PSA, que continua a ser o segundo grupo europeu de construtores de automóveis, com 105.611 unidades, viu a sua quota de mercado descer em 0,7 pontos, para 11,4%. 

O outro grande grupo francês, a Renault, conseguiu recuperar 0,2 pontos percentuais no mercado, para 10,3%, devido ao maior crescimento médio em fevereiro, mês em que vendeu 95.273 veículos particulares. 

Segue-se a marca italo-americana Chrysler Grupo Fiat (CFA), cujas matrículas aumentaram 11,9% em relação a fevereiro de 2014. A marca Jeep, a nova gama, é a campeã em todas as categorias, com um crescimento de mais de 200,7%.

A FCA ganha à Ford e à Opel, as duas marcas dependentes das gigantes norte-americanas Ford Motor Company e da General Motors. As matrículas da Ford subiram 6,9%, enquanto o grupo Opel (incluindo Vauxhall e Chevrolet) diminuiu 7,8% devido ao fim da comercialização dos produtos Chevrolet na Europa.

Entre as marcas 'premium' alemãs, a BMW, incluindo a marca Mini, aumentou as vendas em 16,8% em relação a fevereiro de 2014 e Daimler (Mercedes e Smart) aumentou 13,2%, principalmente devido à Smart, que aumentou as matrículas em 44,9%.

Lusa
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