sicnot

Perfil

Economia

Administrações públicas com défice de quase 240 milhões em fevereiro

O saldo das administrações públicas registou um défice de 239,8 milhões de euros até fevereiro em contas públicas, segundo divulgou hoje a Direção-Geral de Orçamento (DGO).

(Reuters/Arquivo)

(Reuters/Arquivo)

De acordo com a síntese de execução orçamental de fevereiro divulgada hoje pela Direção-Geral de Orçamento (DGO), as administrações públicas registaram em fevereiro um défice de 239,8 milhões de euros em contabilidade pública (na ótica dos recebimentos e pagamentos).

No entanto, considerando o universo comparável, ou seja, excluindo as Entidades Públicas Reclassificadas (EPR), o défice até fevereiro foi superior, fixando-se em 376,7 milhões de euros, mais 349,8 milhões do que o saldo negativo verificado no mesmo período de 2014 (-26,9 milhões de euros).

Até fevereiro, a despesa efetiva das administrações públicas atingiu os 12.209,7 milhões de euros e a receita total fixou-se nos 11.969,9 milhões de euros.

No período comparável, excluindo as novas EPR, a despesa aumentou 379 milhões de euros para os 12.223,3 milhões, e a receita subiu 29,1 milhões de euros para os 11.846,6 milhões de euros.

Por outro lado, o saldo primário das administrações públicas até fevereiro foi positivo, fixando-se em 929,7 milhões de euros, sendo que, no universo comparável, foi inferior, atingindo 772,8 milhões de euros (menos 19,8 milhões do que nos primeiros dois meses de 2014).

Segundo a DGO, "os saldos global e primário da Administração Central e da Segurança Social até fevereiro ascenderam a -285 milhões de euros e a +855,7 milhões de euros, respetivamente".

Considerando o universo comparável, o défice global teria aumentado de 46,9 milhões de euros para 410 milhões e o excedente primário teria aumentado de 708,1 milhões para 712,9 milhões entre fevereiro do ano passado e o mesmo mês de 2015.

Na Administração Central e Segurança Social, a despesa aumentou 3,8% em resultado "do acréscimo da despesa com juros e outros encargos decorrentes da dívida e dos encargos suportados pelo Estado com as concessões de infraestruturas rodoviárias", indica a instituição liderada por Manuela Proença.

Já no que respeita à receita, verifica-se um acréscimo de 0,6%, "justificado sobretudo pela evolução da receita fiscal (+1,9%)".






Lusa
  • "Putin é uma ameaça maior do que o Daesh"
    0:24

    Mundo

    O senador norte-americano John Mccain atacou Vladimir Putin dizendo que é uma ameaça maior do que o Daesh. O antigo candidato à Casa Branca acusa a Rússia de querer destruir a democracia ao tentar manipular o resultado das presidenciais dos Estados Unidos.

  • "Não podemos fazer de Lisboa uma cidade para turistas"
    2:44

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no Jornal da Noite da SIC, o mandato de Fernando Medina na Câmara de Lisboa. O comentador da SIC defendeu que o autarca tem "muitos problemas por resolver" e que a Câmara tem investido "mais na recuperação de zonas em que os lisboetas praticamente não conseguem ir". Sousa Tavares disse ainda que Lisboa não pode ser uma cidade para turistas.

    Miguel Sousa Tavares

  • "É muito importante ceder à tentação de se abolir a liberdade"
    1:06
  • Menos casos de sida em Portugal
    1:44