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Novo Banco tem nova linha de crédito de 300 milhões para financiar empresas

O Novo Banco celebrou um contrato de financiamento de 300 milhões de euros com o Banco Europeu de Investimento para financiar maioritariamente projetos de Pequenas e Médias Empresas e de empresas maiores, que empregam entre 250 e 3000 trabalhadores.

Esta nova linha destina-se a apoiar projetos de investimento até 25 milhões de euros, com possibilidade de duplicação do valor, dependendo de várias condições. (Arquivo)

Esta nova linha destina-se a apoiar projetos de investimento até 25 milhões de euros, com possibilidade de duplicação do valor, dependendo de várias condições. (Arquivo)

© Hugo Correia / Reuters

De acordo com um comunicado do Novo Banco, hoje divulgado, a linha de crédito servirá também para financiar, em menor grau, autarquias e empresas municipais.

Esta nova linha destina-se a apoiar projetos de investimento até 25 milhões de euros, com possibilidade de duplicação do valor, dependendo de várias condições.

Os projetos têm de se localizar na União Europeia e serão privilegiados os que tenham a ver com os setores de energias renováveis, proteção do ambiente, inovação, infraestruturas, turismo, indústria, serviços e tecnologias de informação.

"Esta nova linha pode ainda ser utilizada para proporcionar uma base estável de fundo de maneio às PME", diz o comunicado do Novo Banco.

O Novo Banco considera que, com esta nova linha de crédito, "reforça a sua posição de liderança entre os bancos privados portugueses no acesso a empréstimos globais do BEI destinados ao financiamento da economia Portuguesa, alcançando um valor acumulado de aproximadamente 1600 milhões de euros".

"Este instrumento reveste-se de particular importância para o Novo Banco porque permite o acesso das PME portuguesas a condições de financiamento mais favoráveis, promovendo assim a criação de emprego e o crescimento da economia e dando continuidade à estratégia que o Novo Banco tem vindo a seguir de apoio ao tecido empresarial Português", diz o banco na nota de imprensa.
Lusa
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