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BCE terminou 2014 com um aumento líquido de 787 funcionários

 O Banco Central Europeu (BCE) terminou o ano de 2014 com um aumento de 787 no número efetivo de funcionários contratados, em equivalência a tempo inteiro, que totalizaram 2.577 face aos 1.790 registados no final de 2013.

(Arquivo Reuters)

(Arquivo Reuters)

© Ralph Orlowski / Reuters

De acordo com o relatório anual da instituição financeira, que foi hoje publicado na respetiva página na Internet, este aumento deve-se a "um ano extraordinário para o BCE no campo da evolução dos recursos humanos", tendo em conta a preparação para o lançamento do Mecanismo Único de Supervisão (MUS) em novembro de 2014.

O total de 2.577 funcionários referido pelo banco inclui trabalhadores com contratos permanentes, a termo ou de curto prazo, e os participantes no programa BCE para Graduados, além de pessoal em licença de parto ou com baixa por doença prolongada.

O documento adianta ainda que o montante de custos com pessoal aumentou de 187,3 milhões em 2013 para 244,9 milhões de euros no ano passado, uma subida superior a 30%, que inclui remunerações, subsídios, custos com seguros e outros custos diversos, indica a instituição.

A este valor, somam-se outros 56,2 milhões de euros (53,3 milhões em 2013) que são relativos aos planos de pensões do BCE, outros benefícios pós-emprego e benefícios de longo prazo, acrescenta o banco europeu.

Segundo o relatório anual, o novo Conselho de Supervisão, criado no âmbito do MUS, representou em 2014 um acréscimo de 508,6 milhares euros em remunerações de base. Deste montante, mais de metade (271,1 milhares de euros) respeitam à presidente, Danièle Nouy, em funções desde janeiro do ano passado. 

Tendo ainda em conta as remunerações de base da Comissão Executiva liderada por Mario Draghi, os gastos do BCE com os dois órgãos de topo cresceram 27,3% entre 2013 e 2014, de cerca de 1,8 milhões para 2,3 milhões de euros.

O documento hoje publicado adianta ainda que o número de posições aprovadas com contratos, em equivalência a tempo inteiro, era de 2.622 no final de 2014, um pouco superior aos lugares que já tinham sido efetivamente preenchidos nessa data. Em 2013, as posições aprovadas somavam 1.907.

Ainda segundo o relatório hoje publicado, registaram-se 681 demissões ou conclusões de contratos durante o ano passado, face a 347 em 2013, enquanto as entradas de novos membros e alterações de contratos totalizaram 1.458.

Lusa

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