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Barroso gostaria de ter visto plano de resgate menos exigente

Durão Barroso admitiu que gostaria que o programa de resgate a Portugal tivesse sido menos exigente. O antigo presidente da Comissão Europeia, em entrevista à TSF, refere que não havia alternativa tendo em conta as condições do país. 

Num dos últimos discursos enquanto chefe do executivo comunitário, Durão Barroso afirmou: "Fui presidente da Comissão Europeia na sua pior fase de sempre". A discursar de improviso, em Estrasburgo, o português que liderou os destinos da Comissão Europeia durante uma década, sublinhou também que “as forças de integração são maiores que as de desintegração”, mas que isso teve um preço, nomeadamente a falta de apoio de algumas capitais europeias. E a concluir, despediu-se em várias línguas: “Auf Wiedersehen, goodbye, au revoir, adeus”.

Num dos últimos discursos enquanto chefe do executivo comunitário, Durão Barroso afirmou: "Fui presidente da Comissão Europeia na sua pior fase de sempre". A discursar de improviso, em Estrasburgo, o português que liderou os destinos da Comissão Europeia durante uma década, sublinhou também que “as forças de integração são maiores que as de desintegração”, mas que isso teve um preço, nomeadamente a falta de apoio de algumas capitais europeias. E a concluir, despediu-se em várias línguas: “Auf Wiedersehen, goodbye, au revoir, adeus”.

© Christian Hartmann / Reuters

Barroso disse também que houve problemas de dignidade institucional na atuação da troika nos programas de resgate financeiro a Portugal, Grécia e Irlanda.

Diz ainda que a Grécia podia ter conseguido renegociar com os parceiros se não tivesse partido para insultos e pedidos irrealistas, o português deixou ainda críticas ao ministro das finanças grego acusando-o de pedir dinheiro aos outros países, ao mesmo tempo que faz sessões fotográficas para revistas de moda.



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