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Estado arrecada mais 78 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em março

O Estado arrecadou mais 78 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em março, depois de ter registado uma queda em fevereiro, o que decorreu da alteração da política de remuneração destes instrumentos de poupança das famílias.

© Pascal Lauener / Reuters

De acordo com o boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), hoje publicado, no final de março, o Estado tinha 19.257 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro, um aumento de 78 milhões de euros face a fevereiro.

Em março os portugueses investiram 128 milhões de euros nestes dois instrumentos de poupança do Estado e amortizaram 50 milhões de euros, tendo os cofres do Estado arrecadado 78 milhões de euros em março, em termos líquidos.

No final do primeiro trimestre, o Estado tinha 12.636 milhões de euros em certificados de aforro e 6.621 milhões de euros em certificados do tesouro, num total de 19.257 milhões de euros em ambos os títulos de dívida.

Comparando com o final de 2014, em que as famílias tinham investidos 17.189 milhões de euros nos dois tipos de certificados, verificou-se um aumento de 2.068 milhões de euros entre janeiro e março.

A nova série de Certificados de Aforro, a D, ficou disponível a partir de 2 de fevereiro, com uma taxa bruta de subscrição de 1,058%.

As séries anteriores mantiveram as condições de remuneração, sendo que os Certificados de Aforro da série C subscritos em janeiro pagam taxas de juro anual de 3,069%. 

Em dezembro, antes de ser conhecida a redução dos juros nestes instrumentos, as famílias portuguesas investiram quase 600 milhões de euros e resgataram 73 euros, tendo o Estado arrecadado assim 527 milhões de euros.

Também as condições de remuneração dos Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) foram alteradas, passando para 1,25% a um ano, menos 1,50 pontos percentuais do que a taxa anteriormente em vigor, de 2,75%. 

A taxa dos CTPM a dois anos desceu para 1,75%, em vez dos 3,75% anteriores, a três anos caiu para 2,25% (contra 4,75%), a quatro anos baixou para 2,75% (5,00%) e a cinco anos passou para 3,25% (face aos anteriores 5,00%).

A estas taxas base da nova série dos certificados de aforro acrescem prémios de permanência de 0,5% do 2.º ao 5.º ano e 1% do 6.º ao 10.º ano.

Lusa
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