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TAP diz que se mantém a tendência para a realização de voos

A TAP informou hoje que às primeiras horas do segundo dia de greve dos pilotos se mantém a tendência para a realização de voos, com mais cancelamentos por parte da Portugália, os quais afetam o aeroporto do Porto.

MIGUEL A. LOPES

"Hoje temos um panorama semelhante ao dia de ontem [sexta-feira] com as tripulações a se apresentarem ao serviço para a realização dos voos nos vários aeroportos", afirmou à Lusa a porta-voz da Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) Carina Correia.

O aeroporto do Porto é o mais afetado por cancelamentos, sobretudo voos operados pela Portugália, acrescentou a mesma fonte.

Ao contrário do sucedido no primeiro dos dez dias de greve (sexta-feira) na TAP e na Portugália não foram revelados números da adesão às 08:00, alegando a empresa que o maior número de partidas se deverá realizar ao longo da manhã.

No primeiro dia de greve, a TAP contabilizou até às 17:00 de sexta-feira 155 voos realizados de um total de 227 voos programados, ou seja, cerca de 70 por cento dos voos agendados.

Segundo a empresa, na TAP registaram-se 83,3% dos voos e, na Portugália, 21,1%, o que resulta numa maior adesão à greve na Portugália.

Dados que contrariam os do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), segundo o qual a TAP realizou apenas 36% dos voos programados, que excluiu desta percentagem os voos dos serviços mínimos.

O primeiro dia de greve ficou marcado por uma reunião do Governo com o presidente da TAP, Fernando Pinto. No final da reunião, o ministro da Economia, António Pires de Lima, afirmou aos jornalistas que já não havia "nada para negociar" com os pilotos.

Os pilotos da TAP entram hoje no segundo de dez dias de greve por considerarem que o Governo não está a cumprir dois acordos, assinados em 1999 e em dezembro de 2014.


Lusa

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