sicnot

Perfil

Economia

TAP mantém tendência de 70% de voos para hoje

A  TAP mantém para hoje, sexto dia da greve dos pilotos, a tendência de operação dos últimos dias, em que  foram cumpridos cerca de 70 por cento dos voos, disse à agência Lusa fonte da transportadora aérea.

lusa

"A previsão para hoje é manter, à semelhança do que tem sido conseguido nos últimos dias, o mesmo número de voos efetuados", adiantou à agência Lusa Carina Correia, do gabinete de imprensa da TAP, cerca das 08:30.

De acordo com a mesma fonte, "é cedo para conseguir números" exatos de voos a realizar, mas a expetativa da companhia aérea é manter a mesma percentagem de voos realizados nos últimos dias, que ronda os 70%, remetendo dados mais exatos para o final da manhã, como tem acontecido em dias anteriores.

Carina Correia lembrou ainda o esforço que está a ser realizado pelas equipas em terra nos aeroportos de forma a "resolver caso a caso" as situações dos passageiros, de forma a minimizar os efeitos da greve dos pilotos.

Os pilotos convocaram uma greve, para o período entre 01 e 10 de maio, por considerarem que o Governo não está a cumprir o acordo assinado em dezembro de 2014, nem um outro, estabelecido em 1999, que lhes dava direito a uma participação de até 20 por cento no capital da empresa no âmbito da privatização.  

Na terça-feira, quinto dia de greve, a TAP e a Portugália fizeram, até às 19:00, 180 voos e cancelaram 66 devido à greve dos pilotos.

"Até às 19:00 [de terça-feira] foram feitos 155 voos da TAP e 25 da Portugália, num total de 180, valor que está dentro da média dos últimos dias ou ligeiramente superior", afirmou a mesma fonte, acrescentando que foram assegurados 73% por cento dos voos previstos.

  • Partidos exigem explicações sobre transferências para offshores entre 2011 e 2014

    Economia

    O PS junta-se ao PCP, o Bloco de Esquerda e o PSD no pedido para a audição urgente do antigo e o atual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais sobre a falta de controlo do Fisco às transferências de dinheiro para paraísos fiscais. Em causa está a transferência de 10 mil milhões de euros para offshores. O CSD é o único partido que ainda não se pronunciou.