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Banif regressa aos lucros com resultado consolidado de 6,5 M€ no 1º trimestre

O Banif regressou aos lucros no primeiro trimestre deste ano, com um resultado líquido consolidado de 6,5 milhões de euros, anunciou o banco num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

"Este resultado reflete, por um lado, a melhoria do produto bancário e, por outro lado, a descida significativa dos custos operacionais e das dotações para provisões e imparidades e a melhoria dos resultados das unidades operacionais descontinuadas", refere a instituição liderado Luís Amado e Jorge Tomé.

 O banco afirma ter reduzido a imparidade em 42%, em termos homólogos, para os 27,5 milhões de euros, "embora mesmo assim tenha sido penalizado pelo reforço das dotações para activos imobiliários classificados como Activos não Correntes Detidos para Venda".  

 O texto salienta "a evolução favorável na imparidade de crédito, que se situou em 14,9 milhões de euros, tendo diminuído em 17,2 milhões de euros face ao primeiro trimestre de 2014, representando cerca de 0,8% do crédito bruto médio concedido".

O Banif destaca também a "melhoria do resultado operacional, que se situou em 50,1 milhões de euros, o que compara com 19,6 milhões de euros no primeiro trimestre de 2014". 

"De salientar que, em consequência da melhoria do produto bancário e redução significativa dos custos operacionais, o rácio de eficiência registou uma melhoria substancial para cerca de 44% no primeiro trimestre de 2015", acrescenta o documento.

 A instituição afirma ter prosseguido uma política de redução de custos, que "diminuíram 26,7% face ao primeiro trimestre de 2014", assinalando que "esta poupança foi obtida de forma transversal ao nível dos custos de estrutura, tendo os custos com pessoal diminuído 26,7%, os gastos gerais e administrativos descido 25,8% e as amortizações do exercício diminuído 29,4%".

O banco presidido pelo ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado assinala também a "melhoria do produto bancário, que registou uma subida de 21,9% em termos homólogos, para 89,6 milhões de euros, em resultado da recuperação da margem financeira (+10,7%), das comissões líquidas (+24,8%) e dos resultados obtidos em operações financeiras (+23,7%)".

Em síntese, o banco congratula-se com a "melhoria significativa da actividade que se consubstanciou num resultado líquido consolidado positivo". 

"Este resultado representa um ponto de viragem assinalável e é consequência dos esforços significativos que têm sido levados a cabo para a implementação de uma transformação profunda do Banco, quer em termos de posicionamento de negócio, quer em termos de redução expressiva dos seus custos de estrutura, de forma a permitir uma adaptação, de forma eficiente e viável, a um contexto económico e regulamentar particularmente desafiante e adverso", conclui o documento.


Lusa
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