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Economista Esther Duflo vence Prémio Princesa das Astúrias

A economista francesa Esther Duflo foi galardoada com o Prémio Princesa das Astúrias de Ciências Sociais 2015. Duflo foi a escolhida de entre 26 candidatos, de 11 países. 

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O prémio foi anunciado em Oviedo pelo júri do prémio de Ciências Sociais, presidido pela diretora da Real Academia de Historia de Espanha, Carmen Iglesias Cano.

O júri distinguiu Esther Duflo "pelas suas contribuições inovadoras e decisivas para a economia do desenvolvimento e para o estudo das políticas contra a pobreza".

"Duflo aplicou, com originalidade, métodos experimentais para avaliar a eficácia das políticas contra a desigualdade económica e social, especialmente em África, Ásia e América Latina", indicou ainda o júri.

Os resultados da investigação de Esther Duflo "renovaram as estratégias para a educação, a saúde, a microfinança e o emprego".

Esther Duflo é cofundadora e codiretora do Laboratório para a Ação contra a Pobreza do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT).


A candidatura de Adriano Moreira ao Prémio Princesa da Astúrias 2015 tinha sido entregue pela Academia de Ciências de Lisboa, instituição que o jurista, estadista, ex-deputado, antigo ministro e líder partidário (CDS) chegou a presidir.


O Prémio Princesa das Astúrias de Ciências Sociais está destinado a galardoar aqueles "cujo trabalho criador ou de investigação represente uma constribuição relevante em benefício da Humanidade nas áreas da História, do Direito, da Linguística, da Pedagogia, da Ciência Política, da Psicologia, da Sociologia, da Ética, da Filosofia, da Geografia, da Economia, da Demografia e da Antropologia, incluindo as disciplinas correspondentes a cada um dos respetivos âmbitos".

O prémio consiste numa escultura de Joan Miró e ainda 50 mil euros.

Entre as outras candidaturas, estavam as do  professor universitário português Adriano Moreira, do economista frances Thomas Piketty, o sociólogo espanhol Manuel Castells e o filósofo norte-americano Michael Sandel.
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