sicnot

Perfil

Economia

Sonae investe até 50 M€ em novas lojas em Portugal e Espanha

 A Sonae anunciou hoje que prevê investir até 50 milhões de euros "com a abertura de novas lojas e a implementação de novos formatos de loja" em espaços por si detidos em Portugal e Espanha.

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Srdjan Zivulovic / Reuters

Em nota hoje divulgada, a Sonae diz que, através da sua unidade de retalho especializado Sonae SR, haverá um investimento "que poderá ascender a 50 milhões de euros" em lojas como a Worten, Sport Zone, MO e Zippy.

"O investimento final dependerá da disponibilidade de espaços comerciais adequados aos conceitos e que respondam aos requisitos das marcas, bem como da disponibilidade dos atuais parceiros imobiliários para colaborarem nos processos de remodelação e implementação dos novos conceitos", assinala a empresa.

O presidente executivo da Sonae SR, Miguel Mota Freitas, diz no texto enviado às redações que a empresa que dirige "prevê a abertura de cerca de 30 lojas na Península Ibérica em 2015, bem como a remodelação de mais de 80 unidades, procurando servir ainda melhor os seus clientes e aumentando a sua abrangência geográfica". 

E prossegue: "Esta expansão e otimização do parque de lojas estão integradas na nossa estratégia omnicanal, que explora a complementaridade entre as lojas físicas e a loja 'online' como forma de satisfazer as necessidades dos seus clientes".

No primeiro trimestre de 2015, a Sonae SR diz que registou um aumento das vendas por metro quadrado, em média, de 14% em Espanha e 5% em Portugal. 

"Em 2015, já foram remodeladas mais de 20 lojas na Península Ibérica, as quais apresentam hoje uma oferta mais alargada, baseada na utilização da tecnologia, e soluções inovadoras que contribuem para uma experiência de compra ainda melhor", frisa ainda a entidade.



Lusa
  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.