sicnot

Perfil

Economia

Governo "frontalmente contra" relatório do FMI

A ministra das Finanças afirmou hoje que o Governo é "frontalmente contra" vários aspetos do relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) conhecido na segunda-feira, considerando que apresenta "uma perspetiva muito enviesada" sobre esses assuntos.

"O relatório do FMI tem uma perspetiva muito enviesada relativamente a uma série de matérias, com as quais frontalmente não concordamos. Muitas das visões são influenciadas por uma avaliação incorreta da realidade e [leva a uma] extrapolação de conclusões que o Governo não pode subscrever", afirmou hoje Maria Luís Albuquerque, na última audição regimental da legislatura na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública. 

Na segunda-feira, o FMI divulgou um relatório sobre Portugal ao abrigo do artigo IV, alertando que o crescimento económico pode estar comprometido pela fraca implementação de reformas estruturais e que permanecem riscos orçamentais, recomendando uma série de medidas, nomeadamente na área das pensões e no mercado de trabalho.

Entre as medidas sugeridas pelo Fundo está a suspensão das reformas antecipadas nos setores públicos e privado, o aumento das contribuições para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), a redução do número de funcionários públicos e a limitação dos aumentos salariais automáticos e da progressão na carreira, entre outras.

Sem referir que medidas merecem a discordância do Governo, Maria Luís Albuquerque comparou este relatório com as avaliações do FMI durante o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro: "A grande diferença é que nós hoje podemos discordar, porque conquistámos esse direito. Respeitamos, ouvimos, discutimos, mas temos o direito de discordar", disse.

O denominado artigo IV do FMI prevê que sejam feitas análises às economias dos membros do Fundo, geralmente todos os anos. A missão técnica do FMI esteve em Lisboa em março. 


  • FMI diz que aumento de 3,3% da eletricidade prejudica as famílias

    Economia

    O FMI acusa o Governo português de prejudicar as famílias ao permitir um aumento de 3,3% na electricidade. O relatório sobre as medidas tomadas depois do fecho do programa de assistência diz claramente que o Governo abandonou a regra de aumentos de apenas 1,5% sobre a inflação, que estava combinada com a troika.

  • FMI defende que preciso investimento público para "puxar" pelos privados

    Economia

    O FMI considera que é necessário mais investimento público em infraestruturas para puxar pelo investimento privado. No relatório de primavera o Fundo analisa as causas da quebra do investimento que se registou na maioria das economias mundiais nos últimos anos  e conclui que é sobretudo  o resultado de uma actividade económica muito fraca. No caso de Portugal, o fundo diz que o investimento registou, nos últimos sete anos, um investimento privado  30% mais baixo do que o próprio FMI previa. Portugal é um dos países em que a quebra foi mais acentuada, depois da Grécia, Irlanda e Espanha. 

  • Rússia vence Egito e fica muito perto dos oitavos

    Mundial 2018 / Rússia

    A anfitriã Rússia venceu esta terça-feira o Egito por 3-1, em jogo da 2.ª jornada do grupo A. A seleção russa ficou assim muito perto de garantir o apuramento para os oitavos de final e deixou o Egito quase fora da fase seguinte.

  • O abraço de Marcelo à mascote do Mundial
    0:12
  • Português que saiu de bicicleta de Alenquer já chegou à Rússia
    2:26
  • Senegal surpreende e vence a Polónia por 2-1

    Mundial 2018 / Polónia

    O Senegal venceu hoje a Polónia por 2-1 num jogo a contar para o grupo H do Mundial da Rússia. Na primeira parte, os "leões de Teranga" beneficiaram de um golo na própria baliza marcado por Thiago Cionek aos 37 minutos. A vantagem no marcador veio trazer estabilidade ao Senegal que conseguiu firmar a superioridade com um golo de M´Baye Niang aos 60 minutos. Perto do final do jogo, o polaco Grzeg Krychowiak marcou na baliza de Khadim N'Diaye, mas foi insuficiente para derrotar o Senegal.

  • Japão ganha nova esperança ao derrotar a Colômbia (2-1)

    Mundial 2018 / Colômbia

    No primeiro jogo do grupo H, a Colômbia foi derrotada pelo Japão. Um dos momentos altos do jogo aconteceu logo ao minuto 4 quando, na sequência de uma falta de Carlos Sanchez, o árbitro assinalou um penálti a favor da equipa japonesa. O colombiano levou um cartão vermelho, depois de ter intercetado um remate do Japão com a mão. Apesar da desvantagem numérica, a Colômbia iguala o marcador aos 39 minutos com um livre de Quintero. Contudo, Yuya Osako colocou o Japão novamente em vantagem aos 73 min.

  • Achilles, o gato que adivinha os resultados do Mundial
    0:44

    Desporto

    Depois do polvo Paul no Mundial de 2010 e do elefante Zella no Europeu de 2016, este ano, o gato Achilles é o adivinho dos jogos do Mundial na Rússia. O felino acertou na vitória da Rússia frente à Arábia Saudita e já fez a aposta para a partida entre os russos e o Egipto, que decorre esta terça-feira, a partir das 19:00.

  • Hospitais públicos à beira da rutura
    2:28
  • Repitam comigo: Portugal vai ser campeão do Mundo
    4:56
  • OMS inclui dependência dos videojogos na lista de doenças mentais

    Mundo

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu a dependência de videojogos na lista de doenças mentais, uma possibilidade que tinha sido prevista no início do ano e que foi anunciada esta segunda-feira. Este pode ser mais um argumento para os pais limitarem o tempo de acesso dos filhos às consolas, computadores e todos os dispositivos com videojogos.

    SIC

  • "Estou a ser posta porta fora (...) faço o que vocês me disserem"
    2:43
  • Morreu o orangotango mais velho do mundo

    Mundo

    O orangotango mais velho do mundo morreu aos 62 anos no jardim zoológico de Perth, no norte da Austrália, deixando 54 descendentes, anunciou esta terça-feira a instituição.

  • Milionários aumentam... e as suas fortunas também

    Mundo

    O número de milionários mundiais cresceu em 2017 e o seu nível de riqueza aumentou pelo sexto ano consecutivo, ultrapassando pela primeira vez os 70 biliões de dólares (60,5 biliões de euros), segundo um estudo divulgado esta terça-feira.