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Henrique Neto deixa fortes críticas à ministra das Finanças e ao PS

Henrique Neto deixa fortes críticas à ministra das Finanças e ao PS

Henrique Neto acusa a ministra das Finanças de "falta de imaginação", por não apresentar alternativas para conseguir financiar a Segurança Social. O candidato a Presidente da República fez esta quinta-feira, em Lisboa, um balanço dos encontros que teve nas últimas semanas com vários partidos políticos, com exceção do CDS. Henrique Neto considerou ainda que a descida da Taxa Social Única, proposta pelo PS, é um "ato criminoso".

  • Henrique Neto defende estabilidade política e apela a um consenso partidário
    0:40

    País

    O candidato presidencial apresentou algumas das ideias que tenciona defender na campanha e questionou os dirigentes sociais democratas sobre as prioridades do partido. Henrique Neto pediu audiências com todos os partidos e amanhã reúne-se com o PS.À saída da reunião, defendeu que a sua candidatura visa a estabilidade. Sobre o cenário de nenhum partido ter maioria absoluta nas legislativas, Henrique Neto defendeu um consenso.

  • Henrique Neto considera anormal um país com tantos políticos a contas com a Justiça
    1:00

    País

    Henrique Neto considera anormal que um país com as dimensões de Portugal tenha tantos políticos e altos quadros do Estado a contas com a Justiça. O potencial candidato às eleições presidenciais foi hoje recebido pelo presidente do PS, Carlos César. Depois do encontro, o ex-deputado socialista reforçou que avança com uma candidatura independente às presidenciais por causa do clima de suspeição e descrença face aos partidos. Henrique Neto deu como exemplo a detenção de José Sócrates e de outros dirigentes para lamentar que os portugueses estejam desiludidos com a política devido aos escândalos sucessivos que envolvem a classe.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
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  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
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    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.