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Varoufakis assume que Governo grego retirou muitas propostas eleitorais para chegar a acordo

O ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, afirmou este sábado que o Governo retirou "muitas promessas eleitorais" da proposta apresentada às instituições credoras, porque tem "um forte desejo de chegar a acordo".

o ministro das Finanças sublinhou que não assinará um plano que não seja viável e implique seguir as pisadas dos governos anteriores, que "faziam promessas sabendo que não as iam cumprir", descrevendo a proposta de acordo apresentada há alguns dias pelos credores como a que se faz "quando não se quer chegar a acordo".

o ministro das Finanças sublinhou que não assinará um plano que não seja viável e implique seguir as pisadas dos governos anteriores, que "faziam promessas sabendo que não as iam cumprir", descrevendo a proposta de acordo apresentada há alguns dias pelos credores como a que se faz "quando não se quer chegar a acordo".

YANNIS KOLESIDIS / Lusa

Em entrevista à televisão alemã Deutsche Welle, citada pela agência EFE, Varoufakis comentava assim a proposta de acordo de 47 páginas que o Governo grego fez às instituições credoras (Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu), realçando que o objetivo é alcançar um pacto que leve à superação da crise "de uma vez por todas". 

Ainda assim, o ministro das Finanças sublinhou que não assinará um plano que não seja viável e implique seguir as pisadas dos governos anteriores, que "faziam promessas sabendo que não as iam cumprir", descrevendo a proposta de acordo apresentada há alguns dias pelos credores como a que se faz "quando não se quer chegar a acordo". 

Já na sexta-feira, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, tinha pedido aos credores a retirarem exigências "absurdas" apresentadas a Atenas.

"Estamos mais perto do que nunca de um acordo", que deve incluir uma cláusula "sobre a viabilidade da dívida grega", indicou Tsipras numa sessão parlamentar extraordinária.

O primeiro-ministro grego referiu, no entanto, que a proposta que lhe foi entregue há dias pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, em nome das instituições credoras da Grécia, foi "uma surpresa desagradável" e apelou aos credores para retirarem as exigências "absurdas".

"O Governo grego não pode, em quaisquer circunstâncias, concordar com propostas absurdas" disse Tsipras, como por exemplo uma subida de dez pontos percentuais do IVA na eletricidade. 

Os credores da Grécia exigem reformas para que seja desbloqueada a tranche de 7,2 mil milhões de euros do empréstimo concedido em 2012, mas o Governo grego liderado pelo Syriza (esquerda radical) diz que quer aliviar a austeridade imposta ao país nos últimos anos e tem recusado reformas que impliquem novos cortes.
Lusa
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