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TAP iria falir se não fosse privatizada, diz Passos

TAP iria falir se não fosse privatizada, diz Passos

O primeiro-ministro considerou hoje o que Governo aprovou a privatização da TAP com "muita coragem" e associou o PS ao processo, afirmando que começou em 1997 com um executivo socialista. Para Passos Coelho, caso a empresa não tivesse sido vendida, o seu futuro poderia passar pela insolvência.

Pedro Passos Coelho falou sobre a privatização da TAP durante uma visita a uma pousada na Praça do Comércio, em Lisboa, sem referir o nome do comprador - o consórcio Gateway, do empresário norte-americano e brasileiro David Neeleman e do empresário português Humberto Pedrosa - e remeteu esclarecimentos sobre o processo para a conferência de imprensa do Conselho de Ministros.

"Sei que o Conselho de Ministros já concluiu o seu trabalho e já tomou uma decisão nesta matéria. E é muito importante que o pudesse ter feito, na medida em que pelo menos desde 1997 que os governos andam a ver se conseguem resolver o problema da TAP. São já muitos anos. Temos de concordar que não temos sido muito eficientes nestes últimos 18 anos a resolver um problema que se tem agravado: cada ano que passa, agrava-se", declarou.


Com Lusa
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