sicnot

Perfil

Economia

Presidente da República diz que está mais aliviado com a venda da TAP

Cavaco Silva diz que está mais aliviado agora que a TAP vai ser vendida. As declarações foram feitas numa conversa informal com os jornalistas que acompanham o presidente na visita de estado à Bulgária e à Roménia.

TIAGO PETINGA

Sem câmaras ou gravadores, Cavaco Silva falou do processo de privatização da TAP a bordo de um avião da companhia aérea. Não se mostrou preocupado com investigações em curso, em Bruxelas, ao consórcio vencedor que junta o empresário norte-americano David Neeleman e o português Humberto Pedrosa. 

O Presidente da República assegura que a maioria do capital é português e que por isso, "todos temos que aplaudir". Garante ter informações do Governo português e das autoridades europeias da concorrência que apontam para que a TAP se possa manter como uma companhia europeia autónoma, com hub em Portugal, a satisfazer as obrigações de serviço público e para com os PALOP e o Brasil.

Quanto ao preço de venda da companhia aérea, e às críticas que têm sido feitas ao reduzido encaixe financeiro que cabe o Estado, o Presidente da República lembrou que está em causa a venda de uma empresa com uma dívida de 1060 milhões de euros.
  • "Azul" é a maior cliente da empresa de manutenção que a TAP tem no Brasil
    5:06

    Economia

    A "Azul", companhia aérea brasileira criada e gerida por David Neeleman, é, também, a maior cliente da empresa de manutenção que a TAP tem no Brasil. Uma empresa que, na última década, foi responsável por um buraco na companhia portuguesa superior a 500 milhões de euros. Dinheiro perdido para a TAP, mas para os novos donos da Transportadora Nacional, Neeleman e o empresário português Humberto Pedrosa, as notícias não são assim tão más. É que a empresa da TAP no Brasil está agora muito perto do equilíbrio financeiro.

  • Filhos do ex-embaixador do Iraque acusados um ano e meio depois,
    2:51

    País

    O Ministério Público deduziu acusação contra Haider e Ridha, os filhos do antigo embaixador iraquiano em Portugal por tentativa de homicídio. Mas há dúvidas de que o julgamento se realize, uma vez que os agressores já não estão Portugal. Tudo aconteceu em agosto de 2016 em Ponte de Sor.

  • Investigação à tragédia de Pedrógão concluída
    1:10