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Greve de sexta-feira no Metro de Lisboa sem serviços mínimos

O tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES) anunciou esta segunda-feira não ter decretado serviços mínimos para a circulação de comboios do Metropolitano de Lisboa na greve de 24 horas agendada para a próxima sexta-feira.

A última greve decorreu na quinta-feira passada, tendo obrigado a fechar todas as estações do Metro entre as 23:20 de quarta-feira e as 06:30 de sexta. (Arquivo)

A última greve decorreu na quinta-feira passada, tendo obrigado a fechar todas as estações do Metro entre as 23:20 de quarta-feira e as 06:30 de sexta. (Arquivo)

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa marcaram nova greve de 24 horas para dia 26 de junho -- a oitava deste ano -, contra a privatização e a reestruturação da empresa.

A última greve decorreu na quinta-feira passada, tendo obrigado a fechar todas as estações do Metro entre as 23:20 de quarta-feira e as 06:30 de sexta.

A decisão do tribunal arbitral, divulgada hoje na página daquele organismo na Internet, refere que "não são fixados quaisquer serviços mínimos relativamente à circulação de composições".

Em contrapartida, o acórdão obriga os trabalhadores a assegurarem os serviços necessários à segurança e manutenção do equipamento e das instalações.

O tribunal justifica a decisão com o facto de existirem em Lisboa meios de transporte alternativos ao Metropolitano e de não haver coincidência de outras greves nos transportes na mesma área geográfica.

O Governo atribuiu na sexta-feira a subconcessão do Metropolitano de Lisboa (assim como da rodoviária Carris) ao grupo espanhol de transportes urbanos Avanza, cujo contrato deverá ser assinado no dia 15 de julho.
Lusa
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