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Passos lembra que escolhas políticas ficam limitadas em emergência financeira

Passos lembra que escolhas políticas ficam limitadas em emergência financeira

Passos Coelho confirma que as instituições europeias vão continuar a trabalhar nas próximas horas para que seja possível chegar a um acordo com a Grécia. No final da cimeira extraordinária de líderes da Zona Euro, o primeiro-ministro lembrou que é preciso uma solução duradoura para a crise grega e avisa que, num contexto de emergência, é preciso abdicar de algumas escolhas políticas.

  • José Gomes Ferreira diz que Governo grego acabou por aceitar a austeridade
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    Economia

    José Gomes Ferreira lembra que a Grécia foi, de facto, ajudada pelos credores internacionais e que agora acaba mesmo por aceitar a austeridade, que era algo que o Governo de Atenas não queria. Os mercados, diz José Gomes Ferreira, acreditam na possibilidade de um acordo, tendo em conta a última proposta que foi entregue ao comité técnico do Eurogrupo.

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    Crise na Grécia

    Miguel Sousa Tavares, que esteve recentemente na Grécia, lembra que a responsabilidade da situação a que o país chegou é de Atenas, mas também de quem emprestou o dinheiro, e acrescenta que os gregos não querem sair da moeda única nem da União Europeia. por isso, nesta altura, a derrota é sobretudo do Syriza, partido que chegou ao governo a prometer aquilo que não podia cumprir.

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    Play-Off

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    DOMINGO 22:00

    As queixas do Benfica contra a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga foram tema de debate no Play-Off da SIC Notícias. Rodolfo Reis, Manuel Fernandes e Rui Santos acreditam que a posição está relacionada com o clássico Benfica-Porto do próximo sábado. Já João Alves considera que estes comunicados podem prejudicar o Benfica.

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  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
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    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.