sicnot

Perfil

Economia

Neeleman quer TAP a voar para Boston, Washington e Chicago

O empresário David Neeleman, que hoje assinou um contrato para a compra de 61% das ações do grupo TAP, detalhou algumas das novas dez rotas que quer criar para os Estados Unidos e que incluem Boston, Washington e Chicago. 

JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Na conferência de imprensa de apresentação do plano estratégico do consórcio Gateway, que integra igualmente o dono da Barraqueiro Humberto Pedrosa, garantiu que a TAP vai conseguir fazer dez novas rotas para os Estados Unidos, "o maior mercado do mundo" e que conta atualmente apenas com duas rotas.

Conta ainda fazer entre oito a dez novas rotas para o Brasil, salientando que a TAP recebe 26% dos passageiros que vão do Brasil para a Europa.

O empresário brasileiro e norte-americano, dono da companhia aérea brasileira Azul, adiantou que vão ser adquiridas 53 aeronaves, 14 Airbus 330-900 NEO e 39 Airbus A320 ou A321, os aparelhos que considerou mais baratos e eficientes para viagens de longo curso.

Afastou, no entanto, qualquer possibilidade de voar para a China, pelo menos para já.

"As empresas que estão a voar para lá estão a ter muitos problemas", justificou, reforçando: "queremos fazer um lado do mundo para ganhar dinheiro, não estamos aqui para queimar dinheiro".

Neeleman adiantou ainda que vai ser feita a reconfiguração das cabinas dos A330-200 em uso atualmente, a fim de melhorar o conforto dos passageiros.


Lusa
  • Contrato assinado com promessa de que "a TAP é efetivamente portuguesa"

    Economia

    Foi assinado esta manhã o contrato de compra e venda de 61% da TAP ao consórcio Gateway dos empresários David Neelman e Humberto Pedrosa. O governo recebe agora os primeiros 2 milhões de euros dos 10 que vai encaixar com a venda. Pedrosa disse que quer tornar a companhia aérea na melhor da Europa e que está nos negócios "para ficar". E garantiu "com orgulho que a TAP é efetivamente portuguesa".

  • Sporting de Braga eliminado da Liga Europa
    2:01
  • Dissolução da União Soviética aconteceu há 25 anos

    Mundo

    Assinalam-se esta quinta-feira 25 anos desde o fim do acordo que sustentava a União Soviética. A crise começou em 80, mas aprofundou-se nos anos 90 com a ascensão de movimentos nacionalistas em praticamente todas as repúblicas soviéticas.