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Ministério da Economia nega pedido de análise do programa do PS

O Ministério da Economia assegurou esta sexta-feira que o gabinete do ministro Pires de Lima não pediu aos serviços por si tutelados que analisassem o programa eleitoral do PS.

O ministro da Economia, Pires de Lima. (Arquivo)

O ministro da Economia, Pires de Lima. (Arquivo)

TIAGO PETINGA / Lusa

"Do gabinete do Ministro da Economia não houve qualquer pedido feito aos serviços, mas irá, em nome da transparência e do rigor, averiguar se houve alguma solicitação indevida por parte de outros serviços", diz o esclarecimento escrito enviado pelo Ministério à agência Lusa. 

O líder parlamentar socialista exigiu hoje imediatas explicações do primeiro-ministro sobre a possibilidade de altos quadros da administração pública estarem a ser "instrumentalizados" para a luta política, recebendo ordens superiores para analisarem o programa eleitoral do PS.

Esta posição foi assumida em conferência de imprensa por Ferro Rodrigues, depois de o Diário de Notícias ter noticiado que a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, estará a usar dirigentes da administração pública "para fins eleitorais".

 "Estamos perante uma situação gravíssima e sem paralelo na democracia portuguesa. O primeiro-ministro tem de dar urgentemente explicações se esta situação está localizada no Ministério da Justiça ou se, tal como o PS apurou, se pode estender a outros ministérios", declarou Ferro Rodrigues.

Na conferência de imprensa, Ferro Rodrigues disse que a ministra da Justiça confirmou no parlamento o caso "de instrumentalização da administração pública para a luta político-partidária contra o PS", embora remetendo a responsabilidade para terceiros.

"O PS dispõe de informações de que aquilo que se passou não se limitou ao Ministério da Justiça, abrangendo vários, tal como o Ministério de Economia. A conclusão que se tira é que há uma responsabilidade política ao mais alto nível do Governo e, como tal, o primeiro-ministro não pode deixar de dar uma explicação sobre o que se está a passar", sustentou o líder da bancada socialista.
Lusa
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