sicnot

Perfil

Economia

Portugal coloca 1.785 ME, mais que o previsto mas a taxas de juro superiores

Portugal colocou hoje 1.785 milhões de euros, acima do montante indicativo, em Bilhetes do Tesouro (BT) a seis e a 12 meses às taxas de juro de 0,014% e 0,088%, respetivamente, superiores às dos anteriores leilões comparáveis.

(LUSA/ ARQUIVO)

De acordo com a página da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) na agência Bloomberg, em BT a seis meses foram colocados 650 milhões de euros a uma taxa média de novo positiva de 0,014%, acima da do anterior leilão comparável, de -0,002%, pela primeira vez desde sempre negativa, de 20 de maio.

A procura foi 2,05 vezes superior ao montante colocado, já que atingiu 1.339 milhões de euros.

Em BT a 12 meses foram colocados 1.135 milhões de euros a uma taxa de juro média de 0,088%, também superior à de 0,021% praticada no anterior leilão comparável de 20 de maio.

Em relação à procura de BT a 12 meses, esta cifrou-se em 2.355 milhões de euros, 2,07 vezes superior ao montante colocado.

Os dois leilões de hoje tinham um montante indicativo global entre 1.250 e os 1.500 milhões de euros e maturidades a seis meses e um ano, mas o montante colocado foi superior.

No anterior leilão de BT a seis meses, que ocorreu a 20 de maio, o Estado conseguiu colocar 300 milhões de euros a uma taxa média negativa, pela primeira vez, de -0,002%, enquanto no leilão anterior de BT com maturidade de um ano, que ocorreu na mesma data, foram colocados 1.200 milhões de euros a uma taxa média de 0,021%.

Esta foi a primeira emissão da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) do terceiro trimestre, período durante o qual o Estado espera colocar pelo menos 5.000 milhões, entre emissões de curto e de longo prazo.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43
  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.