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Sérgio Monteiro admite repetir concurso na concessão do Metro do Porto e STCP

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, disse hoje que o pedido de devolução ao Tribunal de Contas do contrato de concessão do Metro do Porto e STCP foi para defender o Estado.

(Lusa/Arquivo)

(Lusa/Arquivo)

LUSA

"O consórcio espanhol parece querer desistir da concessão dos STCP (cujo concurso público foi feito em conjunto com a concessão do Metro do Porto) e perante as dúvidas resolvemos tomar cautelas adicionais", disse Sérgio Monteiro à Lusa.

O secretário de Estado, que inaugurou em Sever do Vouga a 25.ª edição da FICAVOUGA, confirmou que foi pedida a devolução do contrato ao Tribunal de Contas, mas foi perentório a desmentir que tal foi feito por o Governo saber de antemão que o visto prévio não ia ser concedido, como sustentou hoje o PS.

"Pelos vistos o PS é a favor das privatizações quando está no Governo, e contra quando está na oposição. Não vale a pena o PS vir com fantasmas e é bom que clarifique se está de acordo com a exigência de que o privado honre o compromisso que assumiu em proposta vinculativa", disse.

Segundo Sérgio Monteiro, se o consórcio espanhol que ganhou o concurso para a concessão do Metro do Porto e dos STCP não assinar os respetivos contratos, "terá de ser lançado novo concurso público".

Nesse cenário, até ao desfecho de novo concurso público internacional serão feitas novas prorrogações de três meses com o operador atual, "contratos esses que têm sido visados pelo Tribunal de Contas", conforme salientou.

Na cerimónia inaugural do certame industrial, comercial e gastronómico de Sever do Vouga, o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações foi confrontado pelo presidente da Câmara, António Coutinho, com a necessidade de um novo acesso à A25, numa extensão de nove quilómetros, pela dificuldade que tem a indústria, sobretudo metalomecânica, que produz para exportação, em transportar estruturas de grande dimensão pela atual estrada sinuosa e de declives acentuados.

Na resposta, assumiu o compromisso de que, se a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro reconhecer o interesse regional da pretendida ligação da zona industrial de Padrões à A25, a via avançará, até porque "está acautelada no Orçamento da Infraestruturas de Portugal".

Lusa

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