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Custo da mão-de-obra sobe 1,6% na zona euro

Os custos horários da mão-de-obra aumentaram 1,6% na zona euro e 1,9% na União Europeia (UE) no segundo trimestre do ano, face ao período homólogo de 2014, revela hoje o Eurostat.

Empresas que apresentarem até hoje as declarações de remunerações de todos os trabalhadores abrangidos pelo salário mínimo nacional podem beneficiar da redução da TSU.

Empresas que apresentarem até hoje as declarações de remunerações de todos os trabalhadores abrangidos pelo salário mínimo nacional podem beneficiar da redução da TSU.

(LUSA/ ARQUIVO)

O gabinete oficial de estatísticas da UE mostra ainda que o custo da mão-de-obra aumentou, na zona euro, oito décimas nos primeiros três meses do ano, contra os 2,8% do último trimestre de 2011.

No primeiro trimestre de 2015, o indicador tinha aumentado 1,9% na zona euro e 2,3% na UE.

As principais subidas nos custos horários da mão-de-obra foram observadas na Letónia (7,9%), na Roménia (7,7%), na Bulgária (6,8%) e na Estónia (5,5%).

Já as quebras mais importantes verificaram-se na Grécia (-2,9%), em Chipre (-1,2%) e na Itália (-0,4%).

Em Portugal, o ritmo registado foi de 1,2%, o quinto mais baixo da UE, a par do Luxemburgo.

O índice de custo da mão-de-obra é um indicador conjuntural da evolução dos custos horários suportados pelos empregadores e é calculado dividindo o custo da mão-de-obra pelo número de horas trabalhadas.

Lusa

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